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TRÉGUA NOS INCÊNDIOS. CHUVA VOLTA HOJE AO ALENTEJO

A chuva volta hoje ao Alentejo, dando trégua ao período de seca que atravessa o país.
 

CONCELHOS ALENTEJANOS EM RISCO MÁXIMO DE INCÊNDIO

A nível nacional, são 13 os concelhos que estão hoje em risco máximo de incêndio, de acordo com o IPMA - Instituto Português do Mar e da Atmosfera; estão incluídos três concelhos do distrito de Portalegre já muito fustigados pelos incêndios este ano: Marvão, Nisa e Gavião.
 

CHUVA VOLTOU COM ALERTA AMARELO PARA O ALENTEJO

Com quase todo o território alentejano em seca severa ou extrema e a sofrer de medidas restritivas na utilização da água, a chuva voltou hoje um pouco por todo o Alentejo com o Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) a colocar o Alto Alentejo e o Alentejo Central em Alerta Amarelo por causa dos aguaceiros, por vezes fortes, que podem ser acompanhados de trovoada, de granizo e rajadas de vento.

ALENTEJO COM TEMPERATURAS ACIMA DOS 40º NOS PRÓXIMOS DIAS

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê a subida das temperaturas nos próximos dias e um fim de semana com muito calor. Para o Alentejo as previsões são de temperaturas máximas que podem ultrapassar os 40.º.

Beja está hoje com 39.º, Évora com 38.º e Portalegre com 37.ª, sendo que o calor deve manter-se até quarta-feira que vem, e no domingo, com novo aumento de temperatura, prevê-se que pelo menos Évora chegue aos 40 .º de temperatura máxima.

ALENTEJO COM RISCO MUITO ELEVADO DE EXPOSIÇÃO À RADIAÇÃO UV

Portugal Continental apresenta hoje um risco ‘muito elevado’ de exposição à radiação ultravioleta (UV) e o Alentejo não é excepção, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Recomenda-se por isso o uso de óculos de sol com filtro UV, chapéu, ‘t-shirt’, guarda-sol e protetor solar, além de desaconselhar a exposição das crianças ao sol.

As temperaturas vão oscilar em Portalegre entre 20 e 33 graus, no Litoral Alentejano entre 16 e 38 graus, em Évora entre 15 e 37 graus, e em Beja entre 16 e 36 graus.

SITUAÇÃO DE SECA É GRAVE NO ALENTEJO

Entramos em agosto com mais de 95% do território nacional em seca, sendo que segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), 16,5% do país está em seca moderada, 70% em seca severa e 9% em seca extrema. O Alentejo é a principal região afetada e, sobretudo no Baixo Alentejo (Moura e Castro Verde), registaram-se 5 dias consecutivos em que as temperaturas ultrapassaram os 40.º.

TEMPERATURAS SOBEM NO ALENTEJO COM RISCO MÁXIMO DE INCÊNDIO

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para hoje tempo quente com céu limpo, vento em geral fraco e com subida das temperaturas no Alentejo.

Estas vão variar em Portalegre entre 23 e 35 graus, em Évora e Beja entre 17 e 38 graus.

De acordo com o Instituto, em risco ‘extremo’ de exposição à radiação ultravioleta (UV) estão as regiões de  Évora e Portalegre e recomenda que se evite o mais possível a exposição ao sol.

Beja, Sines, estão com níveis de exposição à radiação ultravioleta ‘muito elevados’.

ÉVORA E PORTALEGRE SOB AVISO LARANJA. TEMPERATURAS VÃO CAIR

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou  sob Aviso Laranja os distritos de Évora e Portalegre devido ao tempo frio, que vai vigorar entre as 21:00 de quarta-feira e as 18:00 de quinta-feira.

A situação meteorológica é de risco moderado e elevado e aconselha-se às pessoas para terem cuidados redobrados, usarem roupa e calçado adequado, terem cuidado com o aquecimento a lenha e com a inalação do monóxido de carbono libertado pela queima, beberem liquidos mornos como a sopa e o chá, conduzirem com cuidado e a hidratarem-se convenientemente.

HOJE PREVÊ-SE VENTANIA EM BEJA

De todos os distritos alentejanos, Beja é o único que está sob pressão do "Aviso Amarelo" do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) que alerta para rajadas de vento até 80 quilómetros hora, particularmente na faixa costeira.
Para além disso as temperaturas no Alentejo vão oscilar entre os 6º de mínima e os 14.º de máxima.
 
Imagem de capa de Adrian Sommeling.

 

FAZ HOJE 49 ANOS QUE A CHUVA MATOU MAIS DE 500 PESSOAS NO PAÍS

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) lembra hoje que foi na noite de 25 e madrugada de 26 de novembro de 1967, há 49 anos, que uma grande tempestade abateu-se sobre o país, matando mais de 500 pessoas e desalojando quase 900, destruindo pontes, estradas e muitos edifícios, sobretudo na região de Lisboa.

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