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Internet

Wi-fi reforçado em Ourique

A rede wi-fi em Ourique foi reforçada pela Câmara de Ourique.

A autarquia sul alentejana está a instalar equipamentos de modo a reforçar o fornecimento de rede de internet gratuita em vários da localidade.

Crê-se que a medida irá impulsionar a promoção turística, facilitar o acesso à informação e a simplificação dos serviços públicos.

São aproximadamente 63 mil euros de investimento, financiado em 79% pelo Turismo de Portugal, num projeto conjunto em que a autarquia acredita que pode ser uma mais valia de modo a atrair mais visitantes.

 

Fujitsu e Politécnico de Beja juntos na investigação em ciberdefesa

A Fujitsu - a maior empresa japonesa de tecnologias de informação e comunicação no mundo – e o Instituto Politécnico de Beja vão estar de mãos dadas em projetos de investigação em ciberdefesa.

O protocolo de cooperação ao nível da Cibersegurança e Ciberdefesa em vários projetos, nomeadamente, o Projeto UbiNET.

Fibra ótica atravessa Atlântico e une Alentejo ao Brasil

Terá início, nestes primeiros meses de 2019, a construção do projeto que ligará Portugal e Brasil com cabos de fibra ótica.

Tal como o Tribuna Alentejo revelou há cerca de 5 meses, o cabo ligará Sines a Fortaleza, no Brasil, e terá 100Gbs/segundo.

Alentejo com pouco acesso à internet

Em Portugal, o acesso à internet em casa segue a tendência de aumento gradual e, em 2018, abrangia já 79% dos agregados familiares, uma subida de 2% face a 2017, segundo o “Inquérito à utilização de tecnologias da informação e da comunicação pelas famílias”, levado a efeito pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Já no Alentejo, os números fixam-se abaixo da média nacional, pois segundo o mesmo inquérito, o Alentejo apresenta ainda os níveis de acesso à internet e banda larga mais baixos do país: 71% dos agregados familiares têm acesso à internet e 67% à banda larga.

NET VIVA E SEGURA CHEGARÁ A ÉVORA EM JANEIRO

Pela mão da DECO – Defesa do Consumidor e com o apoio da Google Portugal, a iniciativa Net Viva e Segura, vai chegar a Évora.

PERIGOS EM REDE

Desde o seu aparecimento, as redes sociais têm desencadeado o desenvolvimento de vários fenómenos, uns mais positivos que outros.

Se contribuíram para a divulgação de projectos e para o crescimento de negócios online, é também certo que contribuíram para o fenómeno da opinião fácil e da propagação de ideias negativas.

ENSINAR OS NOSSOS FILHOS A PENSAR ANTES DE COMPARTILHAR

Enquanto pais ensinamos os nossos filhos a evitar o perigo desconhecido, por isso insistimos que na rua uma das regras é não falar, nem aceitar convites ou gratificações de estranhos; e em casa é nunca abrir a porta a desconhecidos. E, no uso da Internet não deveríamos, também, ajudá-los ativamente a identificar e evitar situações que possam ameaçar a sua segurança e privacidade? E a escola não deveria desempenhar um papel mais diligente e ativo para ajudar os alunos a compreenderem e a evitarem comportamentos inadequados “online”?

FENÓMENOS PARANORMAIS?

Fenómenos paranormais ou fenómenos para (ou de) anormais? Se eu fosse sociólogo em vez de economista, fazia um estudo sobre as redes sociais, o tempo que se perde nelas (assim como em emails) e sobre as discussões que por lá grassam…

Há uns meses atrás, apareceu um senhor de seu apelido Raposo a falar mal do Alentejo e dos alentejanos. O Raposo caiu no esquecimento (sítio do qual nunca deveria ter saído) e agora a malta, mais a Norte, virou-se para o José Cid (ainda que com uns aninhos de atraso, coisa que por acaso até dá fama a nós alentejanos…).

GERAÇÃO XYZ

Antigamente, era mais fácil ser professor. Profissionais no quadro, cadernos dos alunos repletos de anotações. Mais antigamente ainda, nem cadernos havia, devendo os estudantes assimilar o conteúdo para não mais esquecer. O tempo se sucede. A geração de ontem, limitada pelo seu tempo, foi substituída por tantas outras que se acostumaram a derrubar limites e a construir um novo mundo.

HOJE APETECE-ME BRINCAR...

Hoje apetece-me brincar… afinal de contas, às vezes parece que somos nós os brinquedos dos nossos políticos!

Brincadeira em dois actos… (datados de 31 de março)

(Violo propositadamente o acordo ortográfico na palavra “actos”, pois apesar de ser utilizador do novo acordo, custa-me ver escrito “atos” e “atas”, sem ser para os atacadores dos sapatos… de resto, aplicarei, como de costume, o novo acordo. Se estou a ser incoerente? Ya… às vezes faz bem!).

 

Acto I

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