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INE - Instituto Nacional de Estátistica

Alojamentos turísticos no Alentejo apenas perderam 2% de proveitos

O setor do alojamento turístico registou este mês de julho proveitos totais de 296,9 milhões de euros, valor que representa uma subida de 87% face ao mesmo mês do ano passado, mas que é inferior em 44,5% quando comparado com julho de 2019, antes dos efeitos negativos da pandemia de covid-19.

Segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), citados pelo Público, os efeitos fazem-se sentir de forma distinta pelo território nacional, com o Alentejo a perder apenas 2% em relação a julho de 2019, com 22,3 milhões de euros de proveitos.

Produção de amêndoa no Alentejo e Trás-os-Montes deverá aumentar 20%

As previsões agrícolas do INE – Instituto Nacional de Estatística, em 31 de julho, apontam para um aumento da produtividade de amêndoa, adianta a Rádio Pax.

De acordo com o instituto, “nas principais regiões produtoras (Trás-os-Montes e Alentejo) as amendoeiras apresentam um bom desenvolvimento vegetativo, com uma carga de frutos muito significativa nos pomares mais novos”.

Preço dos alojamentos no Alentejo supera em 20% valores de 2019

No Alentejo já se verifica que o preço médio por noite, no setor do alojamento, está a superar os valores registados em 2019. A informação é adiantada pelo Jornal de Negócios, que avança que “no Alentejo, os valores praticados em junho deste ano superam em mais de 20%” os que se verificavam antes da pandemia.

Recorrendo aos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos ao primeiro semestre deste ano, o jornal aponta para “uma tendência já esperada pelo setor”.

Alentejo é a segunda região onde as dormidas de residentes aumentaram

No primeiro semestre do ano, registaram-se crescimentos no número de dormidas de residentes na Região Autónoma dos Açores (+28,2%) e no Alentejo (+15,4%), enquanto as restantes regiões apresentaram diminuições, segundo os dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Censos 2021: Portalegre é o distrito que mais perdeu habitantes

Portalegre é a capital de distrito que mais perdeu população nos últimos dez anos, com uma queda de 10,3%, de acordo com os dados preliminares dos Censos 2021 divulgados, que revelam que apenas seis das 18 capitais distritais ganharam habitantes.

Segundo a agência Lusa, Portalegre é igualmente o município capital de distrito com menor número de habitantes: 22 369 (eram 24 930 em 2011).

Gavião em Portalegre perdeu 886 habitantes nos últimos 10 anos

A população residente em Portugal cresceu menos no ano passado do que em 2019, com o interior do país a sofrer mais com a baixa de residentes, revelam os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE).

A 31 de dezembro de 2020, a população residente em Portugal estava estimada em 10 298 252 pessoas, mais 2 343 pessoas que em 2019. Este ligeiro crescimento está relacionado com o saldo migratório de 41 274 pessoas (44 506 em 2019), que compensou o saldo natural negativo, agravado em 2020 para -38 931 (-25 214 em 2019).

Maior quebra de rendas de casas no país verificou-se no Baixo Alentejo

O crescimento das rendas voltou a acelerar, a nível nacional, no primeiro trimestre deste ano, depois de, no final de 2020, ter sido registado um forte abrandamento, adianta o Jornal de Negócios. Contudo, a maior queda verificou-se no Baixo Alentejo, onde as rendas recuaram 9% para 3,75 euros por metro quadrado.

Avaliação das casas na hora de compra aumentou para 1.212€ por m2

A avaliação que é feita pelos bancos às casas na hora de conceder financiamento para a compra voltou a aumentar, atingindo um novo máximo histórico. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), em maio deste ano a avaliação atingiu os 1.212 euros por metro quadrado, uma subida de 12 euros em comparação com o mês anterior, adianta o jornal ECO.

Preço da habitação dispara no Baixo Alentejo para 849€ por m2

O Baixo Alentejo registou um aumento substancial dos preços da habitação, em que o preço por metro quadrado de alojamentos familiares em apartamentos chega aos 849 euros. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2016, os valores fixavam-se nos 696 euros por metro quadrado.

Estes dados, citados pela Rádio Pax, mostram que um T3 com 120 metros quadrados custava, em média, no Baixo Alentejo, 83.520 euros em 2016, sendo que agora custa 101.880 euros.

Alentejo concentra dois terços da produção biológica em Portugal

Existem em Portugal cerca de 4 mil explorações agrícolas certificadas para a produção em modo biológico, de acordo com a edição de 2021 do Recenseamento Agrícola do Instituto Nacional de Estatística. O Alentejo é a região mais representativa em termos de área cultivável para produção biológica, concentrando dois terços do total.

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