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ODEMIRA NÃO QUER EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO NA COSTA ALENTEJANA

A Câmara de Odemira aprovou por unanimidade uma moção contra a prospeção e exploração de petróleo na costa sudoeste do Algarve e Alentejo e que exige ao governo a rescisão do contrato de exploração de petróleo na costa de Aljezur, ao largo do Parque Natural do Sudoeste Alentejano.

GOVERNO DÁ LUZ VERDE PARA PROCURAR PETRÓLEO NO MAR DO ALENTEJO

A Galp está autorizada a procurar petróleo no mar do Alentejo. A previsão para o início das perfurações apontava para julho do ano passado mas e depois do "chumbo" aos furos da Repsol e de Sousa Cintra no Algarve, a Galp aguardava um parecer para poder avançar. A autorização veio da Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos.

O consórcio Eni/Galp tem até 10 de Janeiro de 2019 para procurar por petróleo a 46,5 quilómetros a oeste de Aljezur.

Imagem de capa de rosadosventoszambujeira.com

EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO AVANÇA NO MAR DO ALENTEJO EM 2017

Apesar do governo ter suspendido a exploração de petróleo no Algarve, a Galp garantiu ontem ao Jornal de Negócios que em abril de 2017 avança a exploração de petróleo no mar do Alentejo, a 46 quilómetros ao largo de Aljezur. 

“A Galp mantém interesse em prosseguir com este projeto por acreditar nos seus méritos, num momento em que a economia portuguesa precisa de investimento, de projetos estruturantes e de emprego qualificado”, declarou fonte oficial da petrolífera ao “ Jornal de Negócios”.

FECHOU-SE JANELA DE OPORTUNIDADE AO PETRÓLEO NO ALENTEJO

Segundo Carlos Gomes Silva, CEO da Galp, e quando questionado acerca da prospecção de petróleo nas zonas do Alentejo e Peniche: “No Alentejo havia uma consulta pública para a exploração offshore, para a avaliação de toda a parte territorial do espaço marítimo português, que foi prorrogada no tempo e com isso fechou-se uma janela de oportunidade”.

VEM AÍ O PETRÓLEO ALENTEJANO

O consórcio luso-italiano Galp - ENI vai avançar, já este verão, com poço exploratório de petróleo na costa alentejana.

A pesquisa será realizada a cerca de 80 quilómetros de Sines, como anunciou o administrador Thore Kristiansen, em Londres, enquanto divulgava o plano estratégico da Galp para 2016-2020.

Este primeiro poço exploratório representa um investimento superior a 100 milhões de dólares.

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