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"PANAMÁS" HÁ MUITOS, SEU PALERMA!

O trocadilho é propositado. Vasco Santana já o dizia e bem...chapéus há muitos, seu palerma.

Com o devido respeito, eu atrevo-me a dizer que panamás há muitos e que todos somos palermas.

O escândalo conhecido por “Panamá Papers” não me surpreendeu de todo. Nem a mim, nem a muito boa gente! Sinais dos tempos, estamos cada vez mais incrédulos.

HOJE APETECE-ME BRINCAR...

Hoje apetece-me brincar… afinal de contas, às vezes parece que somos nós os brinquedos dos nossos políticos!

Brincadeira em dois actos… (datados de 31 de março)

(Violo propositadamente o acordo ortográfico na palavra “actos”, pois apesar de ser utilizador do novo acordo, custa-me ver escrito “atos” e “atas”, sem ser para os atacadores dos sapatos… de resto, aplicarei, como de costume, o novo acordo. Se estou a ser incoerente? Ya… às vezes faz bem!).

 

Acto I

A AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA

Sou um amante do desporto em geral e do futebol em particular. Quem me conhece sabe isso, assim como o clube pelo qual torço. Apesar de gostar que o meu clube ganhe, apesar de gostar de ver bons jogadores a passear nos relvados portugueses, vejo muitas movimentações nos clubes de futebol que considero estranhas. E não estou a falar dos grandes passivos dos clubes de futebol (necessariamente um passivo não é mau, tudo depende do ativo e da relação entre liquidez do ativo e exigibilidade do passivo).

ONDE É QUE EU JÁ VI ISTO!?

Segundo os entendidos e ao que parece, a economia europeia foi a que começou pior o ano de 2016, com uma queda de 23% em relação aos 13% do período homólogo.

No olho do furacão surge o Deutsche Bank, depois de um analista do Credit Sights ter colocado em causa a capacidade da instituição para reembolsar as obrigações convertíveis de capital contingente (conhecidos como CoCos). O que levou as ações do banco alemão a afundarem mais de 9%, obrigando a instituição a emitir um comunicado, pouco habitual, para assegurar que tem forma de cumprir as suas obrigações.

NOVO ORÇAMENTO FAZ SOFRER O INTERIOR

O Orçamento de Estado para 2016 é claramente penalizador para as regiões do interior, sobretudo para regiões com as características do Alentejo.

Percorrendo todo o OE 2016 não se conseguem vislumbrar quaisquer medidas que sejam de estimulo ao desenvolvimento das regiões mais desprotegidas, sobretudo das que se situam no interior do País.

Também os territórios de baixa densidade demográfica não veem quaisquer medidas de diferenciação positiva neste estranho Orçamento de Estado, que mais parece uma “manta de retalhos”.

UM PROBLEMA CHAMADO ELASTICIDADE…

Soube-se há poucos dias as novas propostas para o Orçamento do Estado (OE). Não estando ainda na posse de todas as propostas, e não tendo como objetivo escalpelizar todas as medidas (até porque há quem o faça melhor do que eu), há uma delas que vai merecer a minha atenção nesta crónica.

Vamos recuar um pouco no tempo. Há uns anos atrás, era Ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite, o governo decidiu aumentar a taxa de IVA de 17% para 19%, com o objetivo de angariar maiores receitas fiscais. Mas o aumento não foi o esperado…

A ILUSÃO DO DIREITO À EDUCAÇÃO

Que fazemos nós, humanos emaranhados na sua própria humanidade ou na falta dela, aqui neste globo do qual pouco compreendemos e o qual descuramos como se nós mesmos dele não dependêssemos irremediavelmente? Que soberania, inteligência soberba detemos para que dividi-lo, dividirmo-nos, nomear-nos, doar rótulos e adjectivos contraproducentes, na sua maioria, seja legítimo e absolutamente verdadeiro? – Qual de nós, ser superior, digníssima criatura consegue realmente fincar o pé no chão e não duvidar da sua verdade (ainda que não o exponha)?

PORQUÊ TANTO BARULHO POR APENAS 10 MILHÕES DE EUROS?

Na semana passada a opinião pública entrou em ebulição devido ao chumbo de uma norma do Orçamento do Estado de 2015 sobre o pagamento de subvenções vitalícias a antigos políticos. Basicamente cortava-se a subvenção a quem tivesse rendimentos superiores a 2.000€ e, aos restantes, limitava-se o pagamento a parte da subvenção.

DE PEQUENINO É QUE SE TORCE O PEPINO…

…E SE ARRUÍNAM OS MITOS!

Ano Novo, vida nova. Ou melhor: Ano Novo, projetos novos. Talvez ainda melhor: Ano Novo, projetos velhos, mas (re)colocados em prática de forma nova…

OS ÚLTIMOS NÚMEROS DO ANO

Última nota de economia do ano.

Uma das coisas que fazemos com fulgor nesta altura é pensar, refletir, fazer o balanço do ano que agora termina e as previsões para o que há de vir. E nos nossos pensamentos os números não poderiam deixar de estar presentes. Ora vejam.

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