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Escrita

Dei-te tudo

Dei-te o mundo. Pelo menos o meu.

Dei-te as minhas lágrimas, dei-te a minha dor e continuo do avesso.

Perdi a minha voz, o meu olhar, perdi-me em ti e ainda não me encontrei.

Dei-te o meu ar junto da minha mão e largaste-a. Caiu tão suavemente que só senti quando voltei a ter um frio desconhecido, será? Tão desconhecido assim?

Fiz as pazes com a dor e jogamos xadrez. Caída nela, dá-me forças (ironicamente), não me puxando contra si, não desistindo de mim.

Hoje, contra o vento furioso, despeço-me da tua sombra que me persegue inconscientemente.

A ESCRITA DO BAIXO ALENTEJO EM EXPOSIÇÃO

Na Biblioteca Municipal de Cuba, está patente, a partir de hoje, a exposição “Escrita no Baixo Alentejo – das origens aos nossos dias”, um conjunto de achados arqueológicos e documentos históricos.

Esta exposição tem como objetivo expor a História da Escrita no Baixo Alentejo e mostrar um espólio único. A completar a exposição existe ainda um filme e um catálogo para uma nova abordagem pedagógica.

A exposição, iniciativa da CIMBAL e da Rede de Museus do Baixo Alentejo é itinerante e estará patente em Cuba até 28 de janeiro.

 

Imagem vimeo.com