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Energia

Ourique: alemães compram uma das maiores centrais solares portuguesas

Inaugurada há três meses, a central Ourika, foi comprada pela Allianz e representa o primeiro investimento empresa da alemã em energia solar em Portugal.

Com 46 megawatts (MW) de potência, a central fotovoltaica Ourika, em Ourique, é uma das maiores centrais solares em operação em Portugal, a par da central da Amareleja.

Não tendo sido referido o valor da aquisição, foi também assinado um contrato de longo prazo, a vinte anos, para a venda da energia produzida.

Fazer de Ponte de Sor o "Silicon Valley” alentejano

 Fazer de Ponte de Sor o "Silicon Valley”alentejano é a vontade Rui Rodrigues, CEO da BeON Energy, empresa que criou um painel solar que se pode ligar a uma tomada elétrica como um qualquer eletrodoméstico.

Elvas instala posto de carregamento elétrico no Centro histórico

A partir da semana que passou, o centro histórico de Elvas passou a contar com o primeiro posto de carregamento elétrico, no parque de estacionamento Garcia d’Orta.

A cidade fronteiriça fica assim mais dotada para assistir munícipes e turistas com um equipamento promotor de boas práticas ambientais.

 

Imagem de static.kbb.pt

 

Vendas Novas com central solar de 32 mil painéis fotovoltaicos

O concelho de Vendas Novas vai ter uma nova central solar para produção de energia elétrica; serão cerca de 32 mil painéis fotovoltaicos que serão colocados na Herdade da Ajuda, a perto de 4 quilómetros de Vendas Novas.

Com uma potência instalada de 9.900 kW/kVA, e constituída por 31 932 painéis fotovoltaicos, prevê-se que esta nova central consiga produzir quase metade (47%) do consumo total do concelho de Vendas Novas.

Alentejo com programa inovador põe produtores de vinho a poupar água e energia

Já com 158 membros, o Programa de Sustentabilidade dos Vinhos do Alentejo pôs viticultores, adegas e empresas ligadas à vinha e ao vinho a poupar entre 20 e 30% de água e energia.

Ajudando na economia dos aderentes e também o ambiente, numa poupança que, juntando água e energia, pode chegar aos 50%.

António Costa abre Sines ao gás natural americano

Numa conferência promovida pela Associação de Amizade Portugal Estados Unidos, o primeiro-ministro António Costa abriu as portas do porto de Sines ao gás natural liquefeito (GNL) americano, deixando no ar a possibilidade de Portugal se transformar assim na porta de entrada na Europa das exportações de gás natural norte-americano.

Indústria de Sines cresce com o Porto

A indústria em Sines tem vindo a crescer com o aumento do volume de negócios do porto de Sines e o Parque Industrial de Sines – gerido pela Aicep Global Parques – tem sido alvo de procura de investidores estrangeiros, sobretudo do mercado norte-americano e chinês.

Há projetos para a instalação de um complexo de tancagem de gás natural e para a criação de uma fábrica de montagem de painéis solares, sendo Sines um ponto estratégico para posterior distribuição para a Europa.

 

Imagem de globalparques.pt

 

Alentejo esconde 1500 milhões de barris de petróleo

As empresas que formam o consórcio para a prospeção de petróleo ao largo da costa alentejana, a Galp e a ENI, estimam que na bacia marítima do Alentejo haja petróleo suficiente para consumo entre 11 a 17 anos, o equivalente a cerca de 1000 milhões a 1500 milhões de barris de petróleo.
 

Castelo de Vide: o maior investimento da história do concelho

Será o maior o maior investimento privado da história do concelho de Castelo de Vide: 20 milhões para a construção de uma central fotovoltaica, com uma potência instalada de 24MW.

Este projeto da EXUS Management Partners Portugal – a implantar na freguesia de São João Batista – já tem a autorização necessária e prevê a instalação de mais de setenta e seis mil painéis solares, numa área de aproximadamente 60 hectares.

EDP ameaça fechar Sines antes de 2025

O orçamento de Estado para 2018 prevê um aumento da carga fiscal aplicada às centrais a carvão, passando matérias primas como o carvão e o coque - usados na produção de eletricidade, calor ou gás de cidade – passado a pagar 10% do ISP, taxa que será agravada até aos 100% em 2022. Prevê ainda o fim da isenção do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) e introdução de uma taxa de carbono.

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