Está aqui

Dia da Europa

Celebrar o Dia da Europa: mais que uma formalidade, uma necessidade!

Hoje celebra-se o Dia da Europa, o dia do nosso projeto comum europeu, dia em que Robert Shuman, ministro francês dos Negócios Estrangeiros em 1950, profere um discurso que dará origem ao que hoje conhecemos como União Europeia.

HOJE É DIA DA EUROPA

Hoje, 9 de maio, assinala-se o dia da Europa, que enfrenta os desafios da saída do Reino Unido (BREXIT), a nova situação geopolítica mundial com a eleição de Trump em Washington, uma China assertiva especialmente nos mares, uma política agressiva da Rússia face à Ucrânia e aos seus vizinhos, guerras, terror e anarquia no Médio Oriente e em África, com a ação relevante do islamismo radical e o crescimento dos nacionalismos internos.

ALENTEJO, CENTRO E EXTREMADURA JUNTOS PARA FESTEJAR A EUROPA

Na edição deste ano o Dia da Europa da EUROACE é organizado pela CCDR Centro, em estreita colaboração com a congénere do Alentejo e a Junta da Extremadura, tendo como tema central a recente classificação do Tejo Internacional como Reserva da Biosfera pela UNESCO. As comemorações decorrerão a bordo do Barco do Tejo, em Castelo Branco, no próximo dia 11 de maio.

9 DO 5

Tudo começou há muitos, muitos anos atrás. Na altura de deuses e deusas, de reis e princesas fenícias, tempo em que o alfabeto era diferente e de trás para a frente. Era uma vez uma princesa que se chamava Europa e estava só, no meio do campo. Sozinha, sentada nos Urais, olhava para o seu ocidente. Pensava nos largos campos que se estendiam até ao mar. Imaginava que o mundo terminaria aí. Seria um cabo que pensava chamar-lhe finisterra quando lá chegasse um dia.

GANHAMOS APENAS 79% DA MÉDIA EUROPEIA

Porque SÁBADO é Dia da Europa

Os portugueses ganham apenas 79% da média da União Europeia, situação que se manterá pelo menos até 2016. Quanto à economia, esta cresce 1,6% e o desemprego ficará na casa dos 13%. Quanto ao défice, Bruxelas prevê 3,1% e teme que as despesas do estado aumentem porque estamos em ano de eleições. Antecipa-se também que a retoma, que é real, pouco se irá sentir no poder de compra das famílias.