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Cinema

Neon Demon II

(Resposta em modo post aos comentários do R. e do F., que obrigam a exigência máxima: - Quanto às durações e aos planos utilizados na sequência de necrofilia, não vejo nada que me impressione negativamente – pertencem à natureza do filme. E a saliva dos beijos é tudo menos simulacro. Quando dizes que o corte para Jesse é contraproducente, ou seja, desnecessário, eu arrisco dizer que é o que tem de ser.

The Neon Demon, de NWR

Nicolas Winding Refn não filma e mostra, dispara sobre o ecrã, e de um modo que à primeira vista não pode deixar de ser considerado como insuportável. Reflexo (nosso) de um modelo educativo frio e hirto e de uma pré-disposição constitutiva (outros, menos dados às ciências naturais, chamam-lhe cinismo finde-siècle) para a desconfiança. Olhar tísico? Nem tanto, autodefesa congénita.

Apreciação que antes fazia todo o sentido e agora de pouco importa, desde The Neon Demon.

O Poder e pobreza no Alentejo dos anos 50 em filme

O poder e a pobreza no Alentejo rural dos anos 50 é o foco do filme "Raiva" de Sérgio Tréfaut, e que estreia este domingo, no encerramento do festival de cinema IndieLisboa.

Depois de ter estado em grande destaque com o filme “Alentejo, Alentejo” - e que foi um grande promotor da campanha do Cante para chegar a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO - o realizador luso-brasileiro volta a inspirar-se no Alentejo para nova obra, tendo partido do romance "Seara de vento", do escritor alentejano Manuel da Fonseca.

Indiana Jones e o Templo Perdido

O bendito Poeta afirmou, cúmulo do atrevimento, que cada geração tem as referências que merece. Gozo à parte, os que fizeram 10 anos algures durante o ano de 1984 nunca se incomodaram com tal declaração. Sabem bem o que são e quem os fez. Quem lhes abriu as portas da percepção. Isto é, quem nos passou a perna pela primeira vez e, na sequência directa, nos mostrou o quanto éramos respeitados como indivíduos.

“A Aparição” no grande ecrã

Com a trama passada no Alentejo, “A Aparição” é um clássico da literatura portuguesa com assinatura de Vergílio Ferreira e que chega agora ao cinema pela mão do realizador Fernando Vendrell.

Vencedor do Prémio de Melhor Filme Português no Fantasporto, o filme – com um forte pendor autobiográfico, como toda a obra de Vergílio Ferreira – leva-nos de volta à Évora do final da década de 50, Alberto Soares, um jovem escritor e professor é colocado no Liceu de Évora, tal com aconteceu na realidade com Vergílio.

4 notas juntas

1 -Aldous Harding - Blend

A VERGONHA, DE INGMAR BERGMAN

A Vergonha (Skammen) (1968), de Ingmar Bergman

Um filme sobre a guerra dirigido por Ingmar Bergman. Eis uma frase que soa estranha. E em bom rigor, logo que o filme começa começamos a ouvir falar de uma guerra. Pouco se adianta, mas sabemos que já decorre há algum tempo.

Mais, a fórmula usada nos planos iniciais do filme já é sintoma dessa guerra. E depois a guerra chega, i.e., é mostrada. Artifício de explosões depois dos maus presságios.

O DESERTO DOS TÁRTAROS

O Deserto dos Tártaros (1976), de Valerio Zurlini

 

“AFINAL, O QUE É O ALENTEJO?”

“Afinal, o que é o Alentejo?” - é assim que termina a curta metragem “Memórias d’Outro Alentejo”, produzida por 5 alunos do Instituto Politécnico de Beja e que revisita outros tempos no Alentejo e que inclui as planícies sem fim e os pores-de-sol cinematográficos, a seca, os campos de trigo, as pastagens e também as pessoas.

UM TRIO DE TRÊS MAIS UM, COMO OS MOSQUETEIROS

Twin Peaks (90-91), Conan, o Rapaz do Futuro, True Detective e The Walking Dead:

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