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Carlos Pinto de Sá

ÁGUA EM ÉVORA COM MAIS CLORO MAS SEM "RISCO PARA A SAÚDE", GARANTE AUTARCA

O Alentejo vive seca extrema e a cidade de Évora não é excepção, com munícipes a queixarem-se da qualidade da água e partidos políticos na oposição a pedirem esclarecimentos. Luís Nunes, morador na cidade, é lacónico: "se quiserem ver como está |a água| abram a torneira. Cheira e sabe mal" atira.

ÉVORA VAI APRESENTAR CANDIDATURA A CAPITAL EUROPEIA DA CULTURA

Évora quer ser a Capital Europeia da Cultura em 2027 e a Comissão Executiva, que integra a Câmara Municipal de Évora, vai apresentar a intenção de candidatura no dia 2 de Novembro em Paris, conforme está a avançar a autarquia na sua página de facebook.

Imagem de capa de Diário do Sul

ÉVORA: NOVA LINHA FERROVIÁRIA "TEM DE SER SUBMETIDA À CONSULTA DA POPULAÇÃO"

A Infraestruturas de Portugal (IP) apresentou ao município de Évora três alternativas para a nova linha ferroviária Sines/Caia,  divergentes da proposta inicial que "cortaria" a cidade ao meio. A notícia foi avançada pela autarquia que acrescenta que nenhuma das propostas foi ainda aprovada. Segundo Carlos Pinto de Sá, todas as propostas afastam a linha da zona urbana eborense e carecem ainda de um estudo de impacte ambiental.

TURISMO SUSTENTÁVEL LEVA GRANDES ESPECIALISTAS MUNDIAIS A ÉVORA

A cidade de Évora recebe no próximo dia 1 de junho a primeira conferência de um ciclo de 5 e que vai debater com grandes especialistas internacionais o "Turismo Sustentável". A organização é o do Green Project Awards (GPA), em colaboração com o Turismo de Portugal, no Ano Internacional do Turismo Sustentável.

JERÓNIMO DE SOUSA ENTRA NA BATALHA AUTÁRQUICA EM ÉVORA

O Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, participa na apresentação pública de Carlos Pinto de Sá, que se recandidata à Câmara Municipal de Évora.

A iniciativa decorre no próximo dia 18 de abril no Palácio do Barrocal - Inatel, em Évora e é aberta ao público.

Imagem de capa do correiodamanhacanada.com, de Hugo Rainho.

MUSEU DE ÉVORA FORA DA GESTÃO AUTÁRQUICA

O Museu de Évora não vai ser gerido pela autarquia mas sim classificado como Museu Nacional. A garantia é dada pelo Ministério da Cultura ao jornal Público, na sua edição de ontem.

A autarquia recebeu com agrado esta notícia já que discordava da possibilidade de vir a gerir o museu, ao abrigo da nova proposta de lei que vai transferir mais competências para as autarquias e que é hoje debatida no Conselho de Ministros.

ÉVORA ENTREGA IMÓVEIS A ASSOCIAÇÕES E JUNTAS DE FREGUESIA

A Câmara de Évora prepara-se para dar uso a imóveis sua propriedade e que estão devolutos, entregando-os a associações e a juntas de freguesia. Ao todo são sete antigas escolas primárias desativadas e um lavadouro público.

Segundo Carlos Pinto de Sá, presidente da câmara de Évora, em declarações à rádio Diana, o objectivo é dar uso a edifícios que não têm utilização, entregando-os a associações e juntas de freguesia que tenham um projecto para esses edifícios.

ÉVORA: 15 MILHÕES DE EUROS PARA REQUALIFICAÇÃO URBANA

A informação é avançada por Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Eborense que garante já ter contratos assinados de financiamento comunitário que garantem cerca de 15 milhões de euros, na apresentação do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Évora, ontem ao fim do dia.

As prioridades vão, segundo o autarca, para a requalificação do Teatro Garcia de Resende, do edifício da antida Rodoviária e do Salão Central, num total de 5,2 milhões de euros.

ÉVORA: GOVERNO "QUER ACABAR COM A ISENÇÃO" DO IMI NO CENTRO HISTÓRICO

A acusação é do Movimento de Defesa do Centro Histórico (MDCH) de Évora e é dada pelo porta-voz, João Andrade Santos, ex-vereador do município de Évora, que apelida a intenção do governo de passar para a competência das Câmaras Municipais o poder de isentar ou não os edifícios do centro histórico de Évora, classificados pela UNESCO, como hipócrita e que traz a intenção de acabar definitivamente com a isenção.

ÉVORA: CÂMARA COM PODER DE ISENTAR DE IMI O CENTRO HISTÓRICO

A polémica tem vários anos, opõe serviços tributários e municípios e levou mesmo à criação de uma associação de moradores do centro histórico de Évora, com o fim de conseguir a isenção do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) no Centro Histórico classificado pela UNESCO. O que é certo é que a partir de dia 1 de janeiro de 2017, por acordo com o governo, quem passa a decidir sobre a isenção ou não do IMI nos centros históricos classificados (Porto, Guimarães e Évora) são as Câmaras Municipais.

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