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Calor

Alentejo com calor no fim-de-semana

O IPMA adianta que as temperaturas máximas no Alentejo neste fim-de-semana vão variar entre os 20º e os 22º. "Prevê-se para os próximos dias um aumento gradual da temperatura máxima. No fim de semana, os valores da temperatura máxima deverão variar entre 20 a 26°C e entre 17 a 20°C nas regiões do interior Norte e Centro", refere o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Quem bate o recorde da Amareleja?

É verão, está calor. No Alentejo, como sempre, ainda mais e estranheza só o facto de chegar tarde.

O calor surgiu com agosto e em força, nos primeiros dias foram já batidos recordes de temperaturas em diversas localidades como Odemira (41,9ºC), Alvalade do Sado (43,8ºC) e Zambujeira do Mar (41,1ºC), mas também em Castelo Branco, Anadia, Nelas, Coruche, Setúbal.

Combate às ondas de calor: abrigos e jardins financiados pelo governo

São já dezenas de concelhos que pretendem avançar com projetos que sejam uma resposta às alterações climáticas em Portugal e ao impacto sobre a população.

Ao concelho alentejano de Gavião, juntam-se Arganil, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Tábua, Góis, Braga, Barreiro, Castelo Branco, São João da Pesqueira, Cascais, Amarante, Montalegre, Viana do Castelo e Viseu.

Calor extremo no Alentejo

Começou ontem uma vaga de calor que atingiu todo o país e que já atingiu os 40º em Santarém. Em Elvas, foram mesmo registados no domingo 37,6 graus.

No Alentejo, em Évora são esperados 38 graus e Beja e Portalegre 36 graus.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera avisa mesmo para o risco muito elevado na exposição aos raios ultravioleta e para o risco máximo de incêndio em alguns concelhos de vários distritos, entre eles Portalegre, Évora e Beja.

 

Imagem de williamedwards.org.uk

 

RAIOS UV: PORTALEGRE E ÉVORA EM RISCO EXTREMO

Os dois distritos de Portalegre e Évora estarão hoje – sábado, 24 – de acordo com os dados do IPMA - Instituto Português do Mar e da Atmosfera, expostos a um risco extremo no que concerne à radiação ultravioleta (IPMA).

Recomenda-se à população destes distritos que evitem ao máximo a exposição solar e que, em caso de o terem que fazer, que se protegem devidamente e aumentem o consumo de água, bem como o uso de o uso de óculos de sol com filtro UV e chapéus.

Os restantes distritos de Portugal continental, estão com risco muito elevado, um nível abaixo de Portalegre e Évora.

BEJA, ÉVORA E PORTALEGRE SOB SOL TÓRRIDO

O alerta do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) estende-se a mais distritos do país mas tem especial incidência no Alentejo onde, desde ontem, as temperaturas máximas estão a tocar os 40.º.

CUIDADO: VAI ESCALDAR!

 As temperaturas vão voltar a subir e com elas os raios ultravioletas. Durante um período de três a quatro dias vai ser o sufoco completo! Só para começar, hoje, Beja e Évora devem mesmo chegar aos 38ºC – com probabilidades que algumas localidades passem mesmo os 40ºC - e Portalegre ficará pelos 34ºC.

Há, por isso, que tomar cuidados de prevenção e proteção, em especial com as crianças, os idosos, as pessoas portadoras de patologias crónicas e pessoas cujos trabalhos exijam exposição solar.

AVISO AMARELO PARA ÉVORA E BEJA

Os distritos de Évora e Beja estão sob aviso amarelo – terceiro mais grave de uma escala de quatro - devido ao calor, segundo o IPMA - Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
 

ESTÁ CALOR, MAS NÃO HÁ SECA NO ALENTEJO

Apesar das temperaturas extremas que se têm deito sentir, no final de mês de junho não se verificou qualquer situação de seca no território nacional, à exceção de uma pequena área do sotavento Algarvio.

SE ACHAM QUE ESTÁ CALOR IMAGINEM EM BEJA

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) alerta para a onda de calor que se vai sentir particularmente no Alentejo a partir de hoje, com temperaturas altas persistentes em Beja, Évora e Portalegre e por isso de alerta amarelo, condições que se manterão pelo menos até terça-feira.

Com temperaturas a oscilar entre os 18º e os 41º, sugere-se que beba muitos liquidos, evite bebidas alcoólicas e açucaradas e a exposição solar, pelo menos nas horas de maior intensidade do calor

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