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Bruxelas

80 milhões de Bruxelas para encerrar centrais de carvão de Sines e Pego

Bruxelas tem disponíveis cerca de 80 milhões de euros para que o país feche as centrais a carvão.

O encerramento daquelas centrais pode custar 650 empregos irá afetar sobretudo Sines e Abrantes (Pego).  A Comissão Europeia sinalizou ontem, quarta-feira, que Portugal poderá contar com verbas de um novo fundo para a descarbonização para compensar o impacto económico e social do encerramento das centrais termoelétricas a carvão de Sines e Pego por serem poluentes, dando quase 80 milhões de euros ao país para fazer esta transição.

Zorrinho defende reforço do Plano Europeu de Vacinação

No debate sobre “reservas em relação às vacinas e redução das taxas de vacinação na Europa”, ocorrido no Parlamento Europeu, o Eurodeputado Socialista Carlos Zorrinho defendeu que “temos que ser práticos e capazes de concretizar medidas que melhoram a vida dos cidadãos europeus. A vacinação é um exemplo. É necessária uma concretização rápida, determinada e transparente de um plano eficaz de ação”.

Uma Europa de todos os tempos

Conduzia eu numa das minhas inúmeras viagens entre Évora e Odemira quando ouvi uma reportagem sobre uma certa Europa que existe num jardim de Bruxelas e que se espalha pelas casas das pessoas.
 

ZORRINHO INSISTE NA CALENDARIZAÇÃO DO ENCERRAMENTO DE ALMARAZ

O Eurodeputado Carlos Zorrinho participou esta manhã num debate em Bruxelas que discutiu o caso de Almaraz - "Radiation doesn't stop at the border" - The Almaraz Case e que contou com a presença de deputados portugueses e espanhóis e da Comissão Europeia (DG ENER e DG ENVI).

Zorrinho, um defensor das energias renováveis, considera que a solução nuclear tem elevados riscos e que a construção de um armazém de resíduos nucleares em Almaraz "é preocupante pelo risco intrínseco e pelo sinal político".

ATÉ QUE NOS BATAM À PORTA!

O terrorismo foi-nos apresentado a muitos de nós, maioritariamente à minha geração, protagonizado nos grandes ecrãs pelos atentados de 11 de Setembro de 2001. Até à data arrisco-me a afirmar que pouca era a preocupação e conhecimento da população ocidental acerca deste tema, tão febril nos dias de hoje. Sabia-se que o terrorismo existia sim, mas “era coisa de terceiro mundo”, o tipo de desastre que só acontece aos outros…Porém hoje ele é tema bastante presente na nossa sociedade, senão até, o principal dos problemas da população ocidental. O terrorismo de outrora perdeu a sua dimensão espacial e temporal, não tem geografia, não tem nação, não tem raça e muito menos sentido tem. Orientado por ideais radicais assume uma forma completamente diferente daquela que conhecíamos. Hoje o terrorismo está na nossa casa, dentro das nossas fronteiras e torna-se cada vez mais imprevisível a sua ação.

TERRORISMO DE GUERRILHA

Em 2015, o Mali, Tunísia, Dinamarca, Quénia e a França, por duas vezes, foram atacados por radicais em nome do Islamismo. Ontem, a Europa voltou a viver momentos sangrentos, de medo e de puro horror.                                                                                  

Desta vez foi em Bruxelas, na Bélgica. Desta vez foi em pleno coração de uma cidade que recolhe as principais Instituições Europeias e que se encontrava em nível 3, de 4, no alerta contra o terrorismo.    

SILÊNCIO

Na semana passada, enquanto se preparava a crónica semanal, chegou a todos nós a notícia dos atentados de Paris.

Naquela hora, por muito que tentasse, as palavras faltaram perante o choque de um ataque bem no coração de Paris.

Ainda hoje, ao ouvir todos os relatos de sobreviventes, é difícil não engolir em seco perante tamanho acto de terrorrismo.

Talvez ainda mais do que se esperava, tendo em conta exemplos bem recentes, a Europa acordou para o risco de ataques terroristas eminentes.