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Bruxelas

Évora reúne autarcas alentejanos em sessão dedicada à coesão

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo vai promover, no seu auditório, amanhã, dia 12 de outubro, pelas 14:45, um evento local, presencial, para todos os autarcas da região do Alentejo.

Em comunicado, a CCDRA explica que este é “o maior evento anual dedicado à política de coesão”, tendo como objetivo “proporcionar uma plataforma para o desenvolvimento de capacidades, aprendizagem e troca de experiências através do debate sobre as dificuldades e desafios encarados na gestão da política de coesão”.

Movimento congratula campanha alemã contra agricultura intensiva no Alentejo

O Movimento Juntos Pelo Sudoeste (JPS) congratulou-se com a campanha lançada por ativistas alemães contra as culturas intensivas no Alentejo e Algarve, voltando a apelar a uma intervenção de Bruxelas.

Em declarações à Lusa, Fátima Teixeira, porta-voz do movimento de cidadãos de Odemira (Beja) e Aljezur (Faro), disse que “esta campanha vem na sequência de vários esforços” que o movimento JPS tem efetuado “nos últimos anos” para que “outros ativistas no centro da Europa ergam a sua voz” e “chamem a atenção” para o problema “da exploração da agricultura intensiva no Baixo Alentejo”.

O Alentejo tem de ir a Bruxelas!

Há já vários anos, no «Terreiro do Paço» de Bruxelas, um conjunto de finos pensadores europeus, descobriram, na ânsia de afirmação da qualidade e diferenciação da sua sábia e bem preparada linha de pensamento, que os fundos europeus já tinham dado o que havia a dar para as chamadas obras do «betão»! Era chegada a vez das etéreas obras do saber, da investigação e do desenvolvimento.

80 milhões de Bruxelas para encerrar centrais de carvão de Sines e Pego

Bruxelas tem disponíveis cerca de 80 milhões de euros para que o país feche as centrais a carvão.

O encerramento daquelas centrais pode custar 650 empregos irá afetar sobretudo Sines e Abrantes (Pego).  A Comissão Europeia sinalizou ontem, quarta-feira, que Portugal poderá contar com verbas de um novo fundo para a descarbonização para compensar o impacto económico e social do encerramento das centrais termoelétricas a carvão de Sines e Pego por serem poluentes, dando quase 80 milhões de euros ao país para fazer esta transição.

Zorrinho defende reforço do Plano Europeu de Vacinação

No debate sobre “reservas em relação às vacinas e redução das taxas de vacinação na Europa”, ocorrido no Parlamento Europeu, o Eurodeputado Socialista Carlos Zorrinho defendeu que “temos que ser práticos e capazes de concretizar medidas que melhoram a vida dos cidadãos europeus. A vacinação é um exemplo. É necessária uma concretização rápida, determinada e transparente de um plano eficaz de ação”.

Uma Europa de todos os tempos

Conduzia eu numa das minhas inúmeras viagens entre Évora e Odemira quando ouvi uma reportagem sobre uma certa Europa que existe num jardim de Bruxelas e que se espalha pelas casas das pessoas.
 

ZORRINHO INSISTE NA CALENDARIZAÇÃO DO ENCERRAMENTO DE ALMARAZ

O Eurodeputado Carlos Zorrinho participou esta manhã num debate em Bruxelas que discutiu o caso de Almaraz - "Radiation doesn't stop at the border" - The Almaraz Case e que contou com a presença de deputados portugueses e espanhóis e da Comissão Europeia (DG ENER e DG ENVI).

Zorrinho, um defensor das energias renováveis, considera que a solução nuclear tem elevados riscos e que a construção de um armazém de resíduos nucleares em Almaraz "é preocupante pelo risco intrínseco e pelo sinal político".

ATÉ QUE NOS BATAM À PORTA!

O terrorismo foi-nos apresentado a muitos de nós, maioritariamente à minha geração, protagonizado nos grandes ecrãs pelos atentados de 11 de Setembro de 2001. Até à data arrisco-me a afirmar que pouca era a preocupação e conhecimento da população ocidental acerca deste tema, tão febril nos dias de hoje. Sabia-se que o terrorismo existia sim, mas “era coisa de terceiro mundo”, o tipo de desastre que só acontece aos outros…Porém hoje ele é tema bastante presente na nossa sociedade, senão até, o principal dos problemas da população ocidental. O terrorismo de outrora perdeu a sua dimensão espacial e temporal, não tem geografia, não tem nação, não tem raça e muito menos sentido tem. Orientado por ideais radicais assume uma forma completamente diferente daquela que conhecíamos. Hoje o terrorismo está na nossa casa, dentro das nossas fronteiras e torna-se cada vez mais imprevisível a sua ação.

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