Está aqui

Arqueologia

DGPC quer travar destruição de monumentos megalíticos no Alentejo

Durante a audição na comissão parlamentar de Cultura e Comunicação a propósito da destruição de monumentos megalíticos no Alentejo, o diretor-geral do Património Cultural, Bernardo Alabaça, propôs o recurso a despachos para reforçar a proteção do património arqueológico não classificado.

De acordo com o Público, Bernardo Alabaça destacou a importância da inventariação do património arqueológico para um controlo prévio eficaz das intervenções agrícolas, mas lembrou que este, “tal como está definido na Lei de Bases” do Património Cultural, “é algo limitado”.

Deputados aprovam audições sobre destruição de sítios arqueológicos no Alentejo

Os deputados aprovaram esta quarta-feira um requerimento do Bloco de Esquerda (BE) para ouvir especialistas em Arqueologia, sindicato e associações do setor, sobre “situações de abandono e destruição” de vestígios arqueológicos no Alentejo, avança a Lusa.

Vidigueira o acaso levou à descoberta de adega do séc. XVIII

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito procurava recuperar e modernizar o espaço da sua loja de vinhos quando acabou por descobrir uma antiga adega datada do século XVIII.

A descoberta desta adega antiga, dentro da adega, obrigou à alteração do projeto inicial e a mesma será agora recuperada.

As antigas estruturas, com várias fases de construção e adaptação, surgiram da adaptação de edifício nobre antigo da vila de Vidigueira.

Évora, Mértola e Monchique em campanha arqueológica no Castelo de Alferce

O município de Monchique submeteu um Projeto de Investigação Plurianual em Arqueologia (PIPA), intitulado “Da Pré-história Recente ao Medieval Islâmico: antigas ocupações humanas no Cerro do Castelo de Alferce”, à Direção-Geral do Património Cultural.

O projeto trata-se de uma investigação promovida em parceria com a Universidade do Algarve, a Universidade de Évora e o Campo Arqueológico de Mértola, que reúne uma equipa multidisciplinar composta por investigadores com várias competências técnico-científicas.

Estrutura anterior a Stonehenge descoberta em Reguengos de Monsaraz

Um “Woodhenge”, uma versão em madeira de Stonehenge mas com data anterior, foi descoberto em escavações arqueológicas no complexo dos Perdigões, em Reguengos de Monsaraz. A informação foi avançada pela empresa ERA – Arqueologia.

Em declarações à agência Lusa, o arqueólogo responsável, António Valera, revela que esta estrutura é “única na Pré-História da Península Ibérica”, e “seria composta por vários círculos concêntricos de paliçadas e alinhamentos de grandes postes ou troncos de madeira, a qual foi já exposta em cerca de um terço da sua planta”.

Nova campanha de escavações expõe mais da cidade romana em Marvão

Decorre na antiga cidade romana de Ammaia, em Marvão, nova campanha de escavações e que quer deixar à vista parte do antigo anfiteatro desta cidade romana, no coração da Serra de São Mamede.

Esta nova campanha – que decorrerá durante cerca de três anos - é composta por arqueólogos portugueses e espanhóis que centram a escavação na identificação do perímetro do edifício e escavação e estudo dos compartimentos associados à arena, como os locais onde se guardavam os animais para as célebres lutas contra humanos, ou onde os gladiadores se preparavam os combates.

Exposição arqueológica em Madrid exibe peças oriundas do Alentejo

A exposição “Ídolos – Miradas Milenares” abriu esta terça-feira em Madrid e exibe peças ibéricas “significativas” da representação humana em osso, cerâmica e pedra. Entre elas 50 são portuguesas, datadas entre 5.000 e 3.000 antes de Cristo, e cerca de oito oriundas da região do Alentejo.

Estremoz cria carta arqueológica e quer aumentar número de turistas

O Município de Estremoz vai criar a carta arqueológica do concelho. Entre os diversos objetivos desta iniciativa estão o registar e valorizar do património arqueológico existente e usá-lo para potenciar o turismo e o desenvolvimento económico, além de ser um auxílio no que toca ao ordenamento do território.

Esta semana o projeto deu o primeiro passo após a assinatura de um protocolo de colaboração entre a Câmara Municipal de Estremoz e a Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora (UÉ).

Novas descobertas arqueológicas em Moura vão ser reveladas no final de agosto

O sítio de Castelo Velho de Safara, no concelho de Moura, corresponde a um povoado fortificado com uma primeira ocupação que remonta ao Calcolítico, há cerca de 5000 anos, estando comprovada uma segunda ocupação na Idade do Ferro (século IV a.C.) e, posteriormente, no período Romano (século I a.C.).

Novas descobertas geram entusiasmo arqueológico no Alentejo

Marvão, Moura, Alandroal e Reguengos de Monsaraz estão a ser palco nos últimos dias de valiosas descobertas arqueológicas por um lado e de uma aproximação da população e visitantes por outro à riqueza arqueológica da região, aspetos que pelo menos não têm merecido nos últimos anos grandes referências na comunicação social.

Páginas