Está aqui

António Guterres

NO INÍCIO DE UM NOVO ANO

Findo o ano de 2016, cabe a já habitual retrospectiva.

2016 trouxe-nos a certeza que a esquerda, afinal, é capaz de se unir quando é preciso levar o País para a frente e mudar o rumo e a política desenvolvida até determinado ponto.

Trouxe-nos um Presidente da República que mostrou uma nova faceta que, em certos aspectos, poderá ser exagerada. Mostrou a faceta da proximidade e da participação junto da comunidade.

Mal ou bem, Marcelo Rebelo de Sousa já pautou pela diferença relativamente aos seus antecessores.

SISTEMA, ADMINISTRAÇÃO E NAÇÕES UNIDAS

Mais um voto anti-sistema

Apesar de se ter verificado um certo alívio pela nomeação presidencial de um novo primeiro-ministro em Itália, afastando um cenário de eleições antecipadas com sondagens vitoriosas para um partido eurocéptico, a situação italiana está longe de ser pacífica.

 O voto expressivo do “não” no refendo italiano (65%), que levou à demissão do chefe de governo Matteo Renzi, é um exemplo claro de mais um voto anti-sistema no mundo ocidental.

A SEMANA QUE PASSOU

Orçamento do Estado

Menos austeridade (sobretaxa de IRS ou pensões) e menos “aumento cego” de impostos (IVA), mais adequação e enfoque em áreas estratégicas de recolha de receita estatal (álcool, tabaco, refrigerantes, combustíveis, património acima dos 600 mil euros) são pedra de toque do novo Orçamento do Estado para 2017.

O RECONHECIMENTO MERECIDO

Esta semana provou-se que, para além dos jogos de poder e de interesses carreiristas, o mérito ainda tem algum espaço na União Europeia.

Após todas as votações que teve que enfrentar e da candidatura de uma nova candidata promovida pela Comissão Europeia, António Guterres venceu a eleição para Secretário-Geral das Nações Unidas.

Aquando das presidenciais, muitos o apontaram como o único candidato capaz de derrotar Marcelo Rebelo de Sousa, sendo que Guterres se apressou a informar que não seria sua intenção concorrer a tal cargo.

VIVA PORTUGAL

Voltamos a celebrar, num feriado, o dia 5 de Outubro…e como em tantos outras efemérides, poucos sabem verdadeiramente o que festeja… Para os Republicanos, é a implementação da República Portuguesa, no entanto para os Monárquicos (aqueles que ainda conhecem a história) comemora-se o 873º aniversário da pátria.

Poucos países podem gabar-se de festejar quase 9 séculos de história… poucos países encontram as suas fronteiras estáveis desde tão longínquos tempos.

O FIM DA SILLY SEASON

O fim da silly season da política Portuguesa termina com alguns destaques. Ora temos um Primeiro-Ministro a usar termos de baixo nível como a “caça aos pokémons”. Como vemos Durão Barroso espantado por ter sido considerado como um lobista e ser possível, perder algum tratamento especial enquanto antigo presidente da Comissão Europeia.

ESPECIAL ONU – UM SECRETÁRIO-GERAL PORTUGUÊS?

A ONU - Organização das Nações Unidas nasceu, oficialmente, a 24 de outubro de 1945, com o assinar da Carta das Nações Unidas, em S. Francisco (Estados Unidos) por parte da maioria dos seus 51 Estados Membros fundadores.

A criação da ONU deu-se de uma união entre nações do mundo em prol de projetos de paz e desenvolvimento comum, onde princípios como a justiça, a dignidade humana e o bem-estar de todos estão bem no centro das motivações.