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Portel, Barrancos e espanhóis criam Sierra Sur Oeste

Contra os incêndios todas as forças são poucas e os municípios alentejanos de Portel e Barrancos uniram-se aos concelhos espanhóis de Villanueva del Fresno, Higuera la Real, Jerez de los Caballeros, Oliva de la Frontera, Salvaleón, Salvatierra de los Barros, Valencia del Mombuey, Valle de Matamoros, Valle de Santa Ana e Zahínos, e juntos criaram a “comunidade Sierra Sur Oeste”.

Alentejo esconde 1500 milhões de barris de petróleo

As empresas que formam o consórcio para a prospeção de petróleo ao largo da costa alentejana, a Galp e a ENI, estimam que na bacia marítima do Alentejo haja petróleo suficiente para consumo entre 11 a 17 anos, o equivalente a cerca de 1000 milhões a 1500 milhões de barris de petróleo.
 

Autoestradas do Alentejo com grande aumento de tráfego

As autoestradas do sul do país - de acordo com a Brisa, a empresa concessionária - foram as que viram um maior aumento de tráfego em 2017. N este aumento, o grande destaque vai para a A6, entre a Marateca e Elvas, e que foi a terceira, em termos percentuais, 8,6%, com maior aumento de trânsito.

A A2 – que atravessa o Alentejo de Lisboa ao Algarve – teve um crescimento de 8,1%

Albufeira do Caia já garante campanha de rega

Após as chuvas de março - que segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) foi o segundo mês de março mais chuvoso desde 1931 -  a maior reserva de água do norte-alentejano, a albufeira do Caia conseguiu recuperar boa parte do seu caudal e apresenta já valores superiores aos 45 cento da capacidade de armazenamento.

Alqueva a três metros do limite

Foi num instante enquanto a seca deste inverno terminou. No espaço de um mês a Barragem de Alqueva recebeu cerca de 718 mil milhões de litros de água, atingindo a cota de 148,72 metros.

Apesar de ainda haver barragens que sentem o efeito da seca, têm vindo a recuperar largamente, como o caso de uma das mais afetadas no verão passado, a barragem da Vigia, em Redondo, e que passou de 13% da capacidade para 43% com as últimas chuvas de março. No entanto existem ainda restrições neste perímetro de rega.

Reguengos de Monsaraz e Viana do Alentejo marcam “A Hora do Planeta”

Reguengos de Monsaraz, Viana do Alentejo, Vendas Novas, Évora, Odemira são algumas cidades alentejanas que aderem hoje à Hora do Planeta.

Entre as 20:30h e as 21:30h, será assinalada a “Hora do planeta” com o apagar de luzes em locais emblemáticos. Em Évora, serão desligadas as luzes do edifício dos Paços do Concelho, Templo Romano, Igreja de Santo Antão, Arcadas da Praça de Giraldo, Igreja de S. Vicente e Arcadas da Rua da República, Sé de Évora e Parque Infantil Municipal Almeida Margiochi, em Évora

Insistem em procurar ouro no Alentejo

A empresa canadiana Epower Metals quer procurar ouro e prata no distrito de Évora de já submeteu um pedido ao Estado Português para esse efeito.
 
O aviso publicado em Diário da República refere ainda que a empresa pretende a pesquisa de depósitos minerais de cobre, chumbo, zinco, estanho, tungsténio e outros depósitos metálicos, além de ouro e prata.
 

Exército limpa campos no Alentejo

Serão cerca de 1585 os militares - dos três ramos das Forças Armadas – que hoje, sábado, dia 24, participam numa iniciativa nacional conjunta com o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) e que visa o apoio para um desígnio nacional: a limpeza das florestas.
 

Viana do Alentejo planta árvores com poesia

Coincidem a 21 de março, início da Primavera, as comemorações dos Dias Mundiais da Poesia e da Árvore e a Câmara Municipal de Viana do Alentejo não vai deixar passar em claro nenhum dos dois.

Deste modo, e para celebrar a Poesia, a autarquia promove um Sarau de Poesia e Música, no Cineteatro Vianense, pelas 21h, numa iniciativa que conta com a participação de alunos da Escola Básica e Secundária Dr. Isidoro de Sousa,

Pode o olival intensivo destruir o Alentejo?

São os impactos da agricultura intensiva de olival que está a deixar o deputado do PAN – Partido Pessoas–Animais–Natureza preocupado com as consequências ambientais da cultura "intensiva do olival" nas planícies alentejanas, afirmando que estão transformadas em "campos assépticos", sem aranhas, minhocas ou caracóis.

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