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Teatro

BEJA: UMA CIDADE INUNDADA DE ESPETÁCULOS

As ruas de Beja vão ser ocupadas por música, teatro, dança e cante alentejano, transformando assim a cidade numa enorme sala de espetáculos a céu aberto. É assim que irá decorrer a primeira edição do “Beja na Rua”, entre os dias 24 de junho e 16 de julho, que conta com os Adiafa, Tim, Virgem Suta, António Zambujo e Jorge Serafim.

MORA JUNTA TEATRO, DANÇA E MÚSICA NA FEIRA DO LIVRO

Por entre os 20 expositores que compõem a edição de 2016 da Feira do Livro de Mora, entre os próximos dias 17 e 19 de junho, haverá várias atividades culturais, como teatro, dança, orquestra e fado. Com inauguração prevista para as 18h, a sessão de abertura conta com a apresentação do livro “Terra da Paciência”, de Francisco Ceia, acompanhada de um momento musical, pelo autor. Seguido de um espetáculo de Teatro e Dança, à noite, dos alunos da escola EB local.

ARTISTAS DE RUA, ÓPERA E MÚSICA PREPARAM O FESTIVAL DO CRATO

Este ano, o Festival do Crato será antecipado por espetáculos de artistas de rua, ópera e concertos de música, entre 17 e 23 de agosto, no centro histórico da vila, no distrito de Portalegre. Como aquecimento para os concertos dos quatro dias de festival, o Crato vai ter, de 17 a 19 de agosto, vários espetáculos e atuações de rua em 10 palcos distribuídos pelo centro histórico da vila. O espetáculo de ópera “O Barbeiro de Sevilha”, pelos artistas do Teatro Nacional de São Carlos, sobe ao palco onde vão atuar as grandes bandas do festival a 20 de agosto.

O FESTIVAL (VOLTA A SER) LÁ FORA

De 16 a 18 de junho, Évora recebe mais uma edição do Festival Lá Fora, o festival de artes performativas promovido pela Fundação Eugénio de Almeida.

Este festival nasceu da vontade de animar e dar vida a alguns dos espaços mais emblemáticos da cidade de Évora: o Páteo de São Miguel e o Fórum Eugénio de Almeida, que receberão três dias de dança, performance e música.

'IN-SHELL-SIDE' ESTREIA EM ÉVORA

A Companhia de Dança Contemporânea de Évora vai estrear a produção 'IN-SHELL-SIDE', esta sexta, em Évora.

 A produção - da autoria da coreógrafa Nélia Pinheiro e com Gonçalo Andrade e Fábio Blanco como cocriadores - reflete sobre o conceito de contemporaneidade e que surge como resultado da reunião de criativos de diferentes disciplinas artísticas.

ÉVORA: QUANDO O TEATRO VAI ATÉ AO POVO

O teatro itinerante tem o seu primeiro registo no século VI, antes de Cristo, e aconteceu na Grécia. É uma experiência milenar que se perpetuou até aos nossos dias, embora já não seja muito usual. O que é certo é que continua a atrair pequenas comunidades mais isoladas partilhando com elas textos dramáticos e fábulas, que propõem metáforas compreensíveis e atuais seja qual época for, como todo o teatro, bem entendido.

ALMADA NEGREIROS ANDA PELAS FREGUESIAS DE ÉVORA

A peça de teatro “Antes de começar”, escrita por Almada Negreiros, com encenação de Rui Nuno, e interpretação de Maria Marrafa e Jorge Baião, vai andar pelas freguesias rurais do concelho de Évora. Começando na Azaruja, hoje, dia 27 de maio, às 14h30 no Espaço GURA. Uma história com coração, que mostra como é bom sonhar.

SERPA RECEBE A 1ª ORQUESTRA DO BAIXO ALENTEJO

Depois de Odemira, é a vez de Serpa receber o Festival “Terras sem Sombra” (FTSS), com uma ópera infanto-juvenil que tem uma mensagem ecológica, a Amazónia como pano de fundo, e os problemas que afetam a natureza sem fronteiras. Onheama, a ópera em três atos de João Guilherme Ripper, sobe à cena no Teatro Municipal, em Serpa, a 21 e 22 de Maio, às 21h30 e 16h00, respectivamente, com entrada livre. Sendo a primeira ópera produzida e construída no Baixo Alentejo

NEM A CHUVA ATRAPALHA A SEMANA DAS ARTES DA UÉ

A primeira Semana das Artes da Universidade de Évora, que começou ontem, dia 9 de maio, pretende celebrar o 7.º aniversário da sua Escola de Artes, os 20 anos do ensino das artes na academia e o 30.º aniversário da classificação de Évora como Património Mundial, pela UNESCO. Com vários concertos, exposições, peças de teatro e performances artísticas.

SERMÃO DE VIEIRA SOBE AO PALCO EM BEJA

Esta tarde, pelas 18 horas, no Museu Regional de Beja sobre ao palco o espetáculo “Paiaçú ou Pai Grande”.

"Paiaçú" ou "Pai Grande" era o modo como os gentios, no Brasil, por volta de 1600, chamavam ao Padre António Vieira, à época, um dos grandes críticos da escravatura, das desigualdades e defensor do ser humano; foi um pioneiro e um paradigma de interculturalidade.

Sendo de entrada livre, na peça “Paiaçú ou Pai Grande” pode assistir-se revelação de um sermão de Vieira em defesa dos índios, dos escravos e da salvação humana.

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