Política Nacional

GANHAMOS APENAS 79% DA MÉDIA EUROPEIA

Porque SÁBADO é Dia da Europa

Os portugueses ganham apenas 79% da média da União Europeia, situação que se manterá pelo menos até 2016. Quanto à economia, esta cresce 1,6% e o desemprego ficará na casa dos 13%. Quanto ao défice, Bruxelas prevê 3,1% e teme que as despesas do estado aumentem porque estamos em ano de eleições. Antecipa-se também que a retoma, que é real, pouco se irá sentir no poder de compra das famílias.

DESPOVOAMENTO

O futuro do Alentejo está em risco e tudo isto se deve a uma grande hemorragia migratória que tem desertificado a região.

O fenómeno não é novo e dura desde de 1950.

Os anos de desenvolvimento europeu foram traumatizantes para as regiões europeias do Sul, como o Alentejo (distritos de Portalegre, Évora e Beja) e a Extremadura espanhola.

As boas perspetivas económico-laborais vindas do Centro da Europa e das zonas mais industrializadas e desenvolvidas de Portugal e Espanha têm sido o alvo preferencial da emigração destas zonas do interior.

41 ANOS DEPOIS

A revolução aconteceu 48 anos depois do início da ditadura do Estado Novo, a mais longa da Europa, vigente desde 1933, hoje, 41 anos depois da Revolução de 25 de Abril de 1974, a revolução dos cravos, poucos meses depois da saída da Troika de Portugal, Portugal relembra a revolução de muitas maneiras.

Em 1974, o Movimento das Forças Armadas (MFA), grandemente composto por capitães que tinham tido participação na Guerra Colonial e apoiados por muitos outros soldados milicianos, começaram a planear a revolução uns anos antes.

A primeira reunião de capitães terá sido em África, em Bissau na Guiné, e a segunda no Monte do Sobral, nas Alcáçovas, distrito de Évora, a 9 de novembro de 1973, após se terem encontrado no Templo Romano em Évora. A última e definitiva reunião antes da revolução ocorreu a 24 de março de 1974.

Portugal está a maquilhar os números do desemprego?

Pedro Passos Coelho

Portugal está a maquilhar os números do desemprego? - no original ¿Está maquillando Portugal sus datos de desempleo? - foi o título que o jornal espanhol “El Mundo” deu a um artigo sobre os números do desemprego em Portugal.

Começa por dizer que, no início do mês, e segundo dados do Eurostat, Portugal era o terceiro país onde mais se tinha reduzido o desemprego em janeiro passado: 13,3%. Contudo, avançam os espanhóis, um estudo do Observatório sobre Crises e Alternativas da Universidade de Coimbra, revela que estes números oficiais podem estar muito abaixo dos reais.

Faleceu alentejano Sevinate Pinto

Sevinate Pinto

O alentejano Sevinate Pinto, natural de Ferreira do Alentejo e ex-ministro da agricultura do governo de Durão Barroso, faleceu na madrugada de sábado.

Sevinate Pinto, nasceu a 1 de janeiro de 1946 em Ferreira do Alentejo.

Licenciou-se em Engenharia Agronómica no Instituto Superior de Agronomia (Universidade Técnica de Lisboa).

Tróia recebe congresso da ANMP para “Afirmar Portugal com O Poder Local”

O centro de Conferências de Tróia Design Hotel recebe nos próximos dias 27 e 28 de março o XXII Congresso da ANMP (Associação Nacional de Municípios Portugueses) com o tema “Afirmar Portugal com O Poder Local”.

Política de Solos e Urbanismo discutidos em Odemira

A Biblioteca Municipal de Odemira recebe no próximo dia 24 de março o Seminário Política de Solos, Ordenamento do Território e Urbanismo em Odemira organizado pela CIMAL – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral, seminário que contará com a presença do Secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Miguel de Castro.

INE: Desemprego subiu

Segundo o Instituto Nacional de Estatística Portugal ganhou em dois meses mais 29,5 mil desempregados, com o número total a chegar às 713,7 mil pessoas.

No final de novembro, a taxa de desemprego, de acordo com o INE, chegou a 13,9% da população activa, com os jovens a ser os mais penalizados: 128,1 mil desempregados têm menos de 24 anos, como avançou ontem o Diário de Notícias.

Banho de água fria na economia nacional

Apesar da mensagem de confiança do Governo em relação ao ambiente económico ficamos hoje a saber que 4620 empresários, ouvidos pelo Instituto Nacional de Estatística, dizem pretender cortar no emprego porque a procura não justifica, como avança o Diário de Notícias, na sua edição de hoje.

Os inquéritos de confiança divulgados (na segunda-feira pelo INE e ontem pelo Eurostat) revelam que a criação de emprego é cada vez menos uma prioridade dos empresários nos próximos três meses.

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