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Opinião

Sacas de serapilheira em nuvens de nylon e de sonhos

No mesmo dia em que fazia 40 anos, Chico Zé amarrou um fio de nylon numa saca de serapilheira cheia de alfarrobas e abalou pelo cerro acima. Levava também consigo uma outra saca de serapilheira repleta das mesmas cordas de nylon que o lugar que subia era tão alto que as nuvens se acomodavam a meio e o que estava acima disso, poucos tinham sido os que conseguiram ver. Ambas as sacas iam também cheias de sonhos.

A tradição já não é o que era

Sim, a tradição já não é o que era. Há muitos motivos que demonstram que a tradição mudou.

Recentemente discutiram-se na Câmara Municipal de Évora e na Assembleia Municipal de Évora os documentos previsionais para 2020, nomeadamente o Orçamento e as Grandes Opções do Plano (GOP).

Como a CDU não tem a maioria absoluta na Assembleia Municipal, necessita de negociar com outros partidos no sentido de viabilizar os referidos documentos previsionais e operacionais. Nos últimos 2 anos os documentos previsionais foram viabilizados pelo Partido Socialista (PS).

1914: Quando o Natal parou a guerra e se jogou futebol

Em plena Primeira Guerra Mundial, em dezembro de 1914, o espírito do Natal, do Humano, por uns dias, levou a melhor sobre a guerra, sobre as diferenças e, nas trincheiras, a guerra parou para dar lugar à comemoração do Natal. Em dezembro de 1914, suspendeu-se a guerra por umas horas e os soldados de ambos os lados das trincheiras voltaram a ser apenas civis.

O meu Natal

O cheiro a rabanadas nada dentro do meu nariz suavemente. As músicas de Natal, entoam na minha mente, acalmando-me. Sou facilmente embrulhada no calor transmitido pela lareira. A manta amarela da minha avó, agarra-me fortemente, como se fosse ela a dar um abraço. As luzes da árvore brilham tão agressivamente que chegam a fazer reflexo nas minhas lentes dos óculos.

Lanço um suspiro.

É  Natal.

Não há nada mais Natal que isto.

Elza Soares

Tem, eventualmente, 82 anos, pois as fontes divergem (alternam entre os 82 e os 89 anos).

Teve 8 filhos de parto natural (6 rapazes e 2 raparigas), dos quais perdeu 4, 2 recém-nascidos por malnutrição, 1 ainda criança, aos 9 anos, e outro com 59 anos.

Niilismo-Invicta

Século XXI: vigésimo primeiro século da Era Comum. Ainda somos nós, jovens, a salvação da nossa própria geração? Temos ossos frios e frágeis, são de vidro.

Este Natal seja Catarina e sinta o poder

Disse o líder da igreja católica, o papa Francisco, “Estamos perto do Natal: haverá luzes, festas, árvores iluminadas, presépios… mas é uma farsa. O mundo continua a fazer as guerras. Não escolheu o caminho da paz.”

Gosto do Natal. As cores, os sons e até os cheiros do Natal despertam sentimentos de positivo e de fraternidade numa sociedade cada vez mais macambúzia. As pessoas saem à rua e disfrutam, em muitas localidades, da cor e das tradicionais músicas da época. A solidariedade cresce, as pessoas lembram-se que são humanas e são-no mais.

Mais do que a letra M

Muito mais do que a letra M, esta semana, o texto que aqui se escreve representa um elogio rasgado às pessoas cujo nome começa com a letra M, às terras que se iniciam por esta mesma letra e especialmente aos alimentos e aos produtos que também começam pelo mesmo carácter. Digamos… Medronho.

Um desafio de Natal

Carla Santos lança o desafio: qual o valor das bolas amarelas?
Aceita?

Ferro Rodrigues e a “vergonha” (alheia)

Assistimos no debate parlamentar da última quinta feira a mais um infeliz momento da fraca figura política que é o Presidente da Assembleia República em funções. Eduardo Ferro Rodrigues adverte o deputado do Chega para o uso excessivo da palavra “vergonha” nas suas intervenções, e para, como tal, isso pode ser um insulto para o parlamento.

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