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Opinião

STRANGER IN A STRANGE LAND – O LIVRO

Stranger in a Strange Land de Robert Heinlein não é um livro, é o livro.

Cinquenta e quatro anos depois. Não meus. Não de ninguém da minha geração. Sem hesitação: o mais inabitual romance saído do, por tendência, mais inabitual dos géneros, a ficção-científica. Incrível proeza.

DIA DE CHUVA

Chovia como quem na derramava. Era tanta a água que, deste lado do vidro, esvaziava os pensamentos enquanto os baldes se enchiam, lá fora, apanhando a água que os beirais retiam também. Os meus olhos fixavam-se num ponto que mudava constantemente e parecia que nada fazia sentido… as imagens não paravam de correr e o desconcerto era total. Não se admirem, pois, se as minhas imagens que veiculo neste texto, não façam sentido, elas também.

ALUNOS DA ESCOLA BÁSICA DO ALANDROAL SEM PAVILHÃO

Alunos da Escola Básica Diogo Lopes Sequeira do Alandroal sem Pavilhão Gimnodesportivo.

Existe um conjunto de necessidades de intervenção em Escolas do distrito de Évora que tardam em ser concretizadas.

A nova programação de fundos comunitários prevê o financiamento dessas Escolas. Na realidade, não se percebem quais as razões que levam a esta falta de concretização por parte do Governo.

Um dos exemplos é o da Escola Básica Diogo Lopes Sequeira do Alandroal, que foi construída em 2009, sem que tenha sido concluída na totalidade.

COELHOS, GIRASSÓIS E O CÓDIGO DA VINCI

Como muitos se recordarão, o enredo do famoso best-seller “O Código Da Vinci”, de Dan Brown, inicia-se com a morte do curador do museu do Louvre, Jacques Saunière, e tem como uma das peças chave a mensagem secreta que Saunière deixou escrita, no chão, pouco antes de morrer.

AS OBRAS DO COSTUME ESTÃO DE VOLTA

As eleições autárquicas estão cada vez mais próximas e as listas candidatas e os respectivos candidatos vão começando a aparecer. É tempo das equipas pertencentes a Executivos Municipais que se queiram voltar a recandidatar, de olear a estratégia e meter mãos às obras.

Como? É fácil, basta verificar nos nossos Concelhos desde os mais pequenos arranjos, à requalificação de bens municipais, até à nova prioridade em tapar o buraco da estrada da nossa terra que já poderia estar tapado há mais de 10 anos.

MESTRES NA ARTE DA FUGA

Respeitável público! Senhoras e senhores, meninas e meninos, sejam bem-vindos ao nosso magnífico espetáculo de fazer sumir milhões! Assistam a mais uma incrível fuga ao controlo do fisco. Atenção estimado público! Dentro de instantes 10 mil milhões de euros irão escapar sob o vosso olhar. E… já está! Já está! Que performance, verdadeiramente admirável. Portugal está boquiaberto de pé a aplaudir. Mas que atuação arrebatadora, um show como este só encontra rivalidade nas memoráveis atuações do Houdini, o Grande Mestre na Arte da Fuga.

SOMOS HISTÓRIAS

Acho que em algum momento da minha escala de crescimento e desenvolvimento pessoal, no foro privado dos espaços interiores onde me vou calculando, a parte do meu cérebro que lidava com os “tanto faz”, que não se importava com as conversas de circunstância, que não se incomodava com a maldade mascarada de preocupação e princípios desligou e nunca mais voltou a funcionar. Ou isso ou a sociedade, compreenda-se em todos os seus níveis, conseguiu o excelente talento de retroceder ao avançar. – Devo confessar, compreendo.

TERMINATOR (1984)

Tempo ficcionado versus tempo científico, um gozo profundo…

Sim, mas previamente: Schwarzie. Um tipo cá de casa. Caso simples e estranho de tão eficaz. O fraco actor é o robôt perfeito e nunca mais deixará de o ser. O sotaque maquinal ajuda, não destrói.

Um argumento que, como alguém disse –e cito, “sobrepõe a esperteza à inteligência”, e talvez por isso funcione na perfeição. Ou pareça funcionar.

Curiosa ainda a mensagem inicial –dizem-nos que tudo se vai desenrolar “esta noite”; afinal são duas noites e um dia.

ÉS.

Não te julgues. Não te deves julgar. A cada passo, cada pensamento, a tua mente entope-se de ideias sem que tenham nexo algum ou que constituam em ti uma voracidade de te conheceres melhor. Não te queres conhecer. És. Existes aqui e agora, não te interessa o futuro e o passado, esse não o podes mudar.

O MUNDO NÃO PÁRA DE NOS SURPREENDER

Violência doméstica na Rússia

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