28 Janeiro 2020      10:19

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Serpa: Exposição sobre Anne Frank lembra o horror e as vítimas do nazismo

Serpa tem uma extraordinária exposição sobre a história de Anne Frank, desenhada pela Anne Frank House de Amsterdão, Holanda, e que leva-nos, através da perspetiva da família da adolescente alemã de origem judaica, a compreender ou pelos menos aproximarmo-nos disso, à história das vítimas do Holocausto, perpetrado pelo regime nazi, na Alemanha da II Grande Guerra.

A “Anne Frank - uma história para hoje”, que vai estar patente ao público até 29 de fevereiro, na Biblioteca Municipal de Serpa, com entradas gratuitas, foi criada originalmente pelo museu biográfico Casa de Anne Frank, situado na cidade de Amesterdão, na Holanda e está integrada na programação das Jornadas Municipais da Educação, para ajudar a refletir sobre a preservação da liberdade e dos direitos humanos, fundamentais para a "existência de sociedades plurais e justas".

Segundo o promotor, o Município de Serpa, a exposição da adolescente holandesa, famosa pelo seu diário publicado em quase todos as línguas e que se transformou num símbolo das vítimas da alemanha nazi, "contém diversos elementos que desafiam a pensar sobre as semelhanças e diferenças entre os eventos do passado e acontecimentos no mundo atual, com o objetivo de estimular a reflexão sobre a importância de conceitos como a liberdade, respeito mútuo, direitos humanos e democracia".

Annelies Marie Frank (12 de junho de 1929 – fevereiro de 1945) foi uma adolescente alemã de origem judaica, que se tornou uma das figuras mais emblemáticas do século XX após a publicação do Diário de Anne Frank (1947), traduzido em todo o mundo. Nascida na cidade de Frankfurt am Main, na República de Weimar, viveu grande parte de sua vida em Amsterdão, na Holanda, onde perdeu sua cidadania alemã. A sua fama póstuma deve-se ao seu diário, onde relatou as suas experiências enquanto vivia escondida num quarto oculto (um anexo secreto), até ter sido capturada pelos nazis, acabando por morrer no campo de concentração de Bergen-Belsen, junto com a sua irmã.

É possível agendar visitas guiadas através do telefone n.º 284 540 290.

 

 

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