24 Novembro 2018      11:28

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Reguengos de Monsaraz em regime exclusivo num negócio de 100 M/€ com venda de suínos para a China

As previsões nacionais preveem um encaixe de cerca de 100 milhões de euros, só no primeiro ano, com a venda de suínos para a China; no segundo ano, os valores podem duplicar e chegar aos 200 milhões de euros.

O ministro da Agricultura, Capoulas Santos, no início de novembro, dava o processo negocial de venda de carne de porco para a China como encerrado e disse que estava só pendente de questões de ordem burocrática e que, entretanto, foram resolvidas.

Deste modo, as exportações terão início já no próximo dezembro e terão origem em três matadouros nacionais - Maporal, ICM e Montalva - que os serviços oficiais chineses revelaram já ter autorizado exportar para a China. Há esforços a ser realizados e que visam, dentro de seis meses, certificar mais três matadouros nacionais.

Nuno Correia, diretor da Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores acredita que negócio dará um novo impulso ao setor agropecuário nacional e decorrem já negociações com o ACME Group e que visam expandir ainda mais o negócio.

Um dos matadouros envolvidos é o de Reguengos de Monsaraz, propriedade da Maporal e que irá trabalhar, em exclusivo, para o mercado chinês, o que terá um custo de investimento na ordem dos seis milhões de euros para poder aumentar a sua produção, criando também cerca de 150 novos postos de trabalho.

Serão abatidos em redor de quatro mil animais por semana no início, sendo que, até final do próximo ano, o abate será de dez mil animais por semana.

 

Imagem de humanesociety.org

 

 

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