4 Setembro 2019      10:07

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Paraquedismo turístico em Évora atrapalha helicópteros de emergência

O paraquedismo turístico explorado no aeródromo de Évora está a causar fortes constrangimentos à aviação de emergência, nomeadamente aos helicópteros de emergência decombate aos fogos e cuidados de saúde.

A notícia está a ser avançada hoje pelo JN que aponta para além do caso do aeródromo de Évora os casos de Proença-a-Nova, Braga e Viseu, mas refere que em Évora se encontram os maiores problemas e número de incidentes.

A prática de saltos, ligados a empresas turísticas ou de formação em Évora provoca atrasos de "longos minutos"  nas descolagens às aeronaves de emergência e durante o verão, a situação tende a piorar com a maior procura pela prática de paraquedismo turístico — ao mesmo tempo em que os serviços de emergência estão concentrados no combate aos incêndios. Segundo o JN, quando a equipa de salto está no ar, os hélis têm de esperar por até 20 minutos para poderem descolar.

Há duas semanas, uma paraquedista caiu em cima de uma aeronave da empresa HeliBravo, que sofreu danos estruturais que custaram 15 mil euros para reparar — além de prejuízos diários de 6 mil euros pela não prestação de serviço.

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