2 Janeiro 2017      10:36

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NO INÍCIO DE UM NOVO ANO

Findo o ano de 2016, cabe a já habitual retrospectiva.

2016 trouxe-nos a certeza que a esquerda, afinal, é capaz de se unir quando é preciso levar o País para a frente e mudar o rumo e a política desenvolvida até determinado ponto.

Trouxe-nos um Presidente da República que mostrou uma nova faceta que, em certos aspectos, poderá ser exagerada. Mostrou a faceta da proximidade e da participação junto da comunidade.

Mal ou bem, Marcelo Rebelo de Sousa já pautou pela diferença relativamente aos seus antecessores.

Foi também o ano em que o Mundo despertou para o drama dos refugiados da Síria. Em que os Países abriram ou fecharam fronteiras a pessoas desesperadas por um novo rumo para si e para as suas famílias.

Começaram igualmente a despertar as forças de extrema-direita a nível europeu numa subida preocupante mas, em certa medida, não inesperada face ao paradigma político da actualidade.

O terrorismo voltou a fazer ouvir a sua voz um pouco por toda a Europa, ressuscitando velhos fantasmas e medos levando a que, inevitavelmente nos coloquemos todos em alerta na expectativa de saber qual a data para o final de todos estes ataques bárbaros.

Foi também um ano de esperança a nível da Organização das Nações Unidas, com a nomeação de António Guterres como seu Secretário-Geral naquela que, provavelmente, foi a nomeação mais transparente de sempre.

Muitas figuras a nível cultural e político nos deixaram, ficando o seu legado e os valores que sempre nos transmitiram.

2017 não será certamente um ano fácil mas, perante este paradigma, terá necessariamente que ser melhor!

Imagem de capa de Kelley Mari /Flickr/ CC

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