16 Outubro 2017      09:39

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ENFERMEIROS E UTENTES EM PROTESTO CONTRA AS CONDIÇÕES DO HOSPITAL DO LITORAL ALENTEJANO

O risco de funcionamento do serviço de paliativos e o encerramento do serviço de convalescença do Hospital do Litoral Alentejano levaram a semana passada a totalidade dos autarcas do Litoral Alentejano, a pedir "com caráter de urgência", uma reunião com o Ministério da Saúde.

Os autarcas de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Sines e Odemira e o presidente do Conselho Intermunicipal do Alentejo Litoral, Vítor Proença, fazem coro contra a falta de recursos humanos naquela unidade hospitalar, que estão a colocar "em risco o funcionamento do serviço de paliativos e mesmo o encerramento do serviço de convalescença, situação confirmada pelo Presidente do Conselho de Administração da ULSLA, Luís Matias".

A juntar-se às críticas dos municípios surgem as Comissões de Utentes do Litoral Alentejano que consideram existir uma "tentativa de encerramento de diversos serviços no HLA", resultado de subfinanciamento e da falta de profissionais de saúde naquela unidade hospitalar. Por isso organizaram um protesto hoje, em conjunto com o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, às 17h30, em frente ao Hospital.

As Comissões de Utentes e o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses consideram "inadmissível que, por falta de profissionais, sejam encerrados serviços, caso da Unidade de Convalescença e Unidade de Cuidados Paliativos, tendo já solicitado esclarecimentos ao Conselho de Administração da instituição e exigido soluções imediatas ao Governo, na pessoa do Ministro da Saúde", como adiantam em comunicado.

Imagem de capa de adn-agenciadenoticias.com

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