9 Outubro 2017      15:16

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EMPRESA ESPANHOLA ARRASA 2 DEZENAS DE SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS NO ALENTEJO

Já foi apresentada queixa no Ministério Público e à Direcção do Património Cultural para que a empresa de capitais espanhóis De Prado Portugal S.A. suspenda os trabalhos de preparação dos terrenos em Beja para plantio de amendoal. É que segundo a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, as movimentações de terras feitas por esta empresa já destruíram cerca de "duas dezenas de sitíos arqueológicos que estão devidamente assinalados no PDM de Beja.

Ao todo e numa área com cerca de 3 mil hectares onde será plantado amendoal, situada a seis quilómetros da capital do Baixo Alentejo, mesmo junto ao IP8, já foram destruídos sítios arqueológicos que pertencem ao calcolítico, Idade do Ferro, período romano, medieval e moderno, devido ao recurso de maquinaria pesada para os trabalhos de ripagem dos terrenos.

Segundo notícia avançada pelo jornal Público já foram destruídos, "entre outros vestígios, uma ponte, um aqueduto e uma villa da época romana. Segundo Ana Paula Amendoeira e assim que a Direcção Regional de Cultura do Alentejo soube dos trabalhos, pediu a sua suspensão, que não foi respeitada.

Ainda segundo o Público, a De Prado recusa-se a prestar declarações.

Imagem de capa de topconpositioning.com

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