3 Abril 2018      10:38

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Cortiça portuguesa em Marte

É verdade: a cortiça portuguesa vai chegar a Marte; a corticeira Amorim desenvolveu escudos térmicos em cortiça e que vão proteger as amostras de solo recolhidas em Marte pela Agência Espacial Europeia, a partir de 2020.

A cortiça reúne um conjunto de características ideais para ser usada neste tipo de iniciativas: é uma matéria prima leve, o que permite economizar combustível, e resistente ao calor e ao fogo, condições essenciais para a reentrada na atmosfera terrestre.

A cortiça nacional estará assim na missão ”Mars Sample Return”, realizada numa parceria da ESA – Agência Espacial Europeia e da NASA – Agência Espacial norte-Americana.

Prevê-se que estas missões tenham a duração de 5 anos, retornando então a “Phobos Sample Return” à Terra trazendo amostras de solo marciano, devidamente protegidas pela cortiça portuguesa, para ser estudado.

Este projeto custou já cerca de 400 mil euros e está a ser criado desde há dois anos pela corticeira Amorim, a empresa Critical Materials, o ISQ e o instituto de polímeros PIEP.

 

Imagem de polar-motion.com

 

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