13 Novembro 2019      09:16

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Campo Maior é palco do Prémio Internacional Terras sem Sombra

A vila alentejana de Campo Maior recebe a 30 de novembro a cerimónia de entrega do Prémio Internacional Terras sem Sombra 2019, presidida pelo Duque de Lafões, D. Afonso de Bragança. Os galardoados nas três categorias do Prémio – Música, Património Cultural e Biodiversidade – serão anunciados nos próximos dias.

A entrega do Prémio Internacional Terras sem Sombra decorrerá a 30 de novembro (17h30) no Centro Cultural de Campo Maior, a culminar a temporada de 2019 do Festival Terras sem Sombra (TSS).

Com periodicidade anual, desde 2011, o Prémio tem homenageado personalidades ou instituições que se destacam, à escala global, em cada uma das seguintes categorias: a promoção da Música; a valorização do Património Cultural; e a salvaguarda da Biodiversidade.

A eleição da vila alentejana de Campo Maior para a entrega dos prémios prende-se, de acordo com José António Falcão, diretor-geral do Festival Terras sem Sombra, “com o facto de ser uma terra emblemática da dinâmica existente na zona raiana; une a excelência do património cultural e natural a uma intensa vida social e económica e possui tradições artísticas que merecem ser mais conhecidas; além disso, não se pode compreender a história de Portugal sem Campo Maior”. E acrescenta: “é também a terra natal de Mário Ruivo, uma referência para o nosso projecto”.

Os distinguidos com o Prémio recebem um diploma e uma obra de arte da autoria de um artista contemporâneo. À semelhança do ano anterior, a escolha recaiu em Tânia Gil, uma artista com percurso ligado à joalharia e cuja inspiração é devedora das belas paisagens da costa alentejana, região onde tem raízes.

Ao longo dos nove anos de existência, o Prémio tem contribuído para a internacionalização do Alentejo, sendo já longa a lista de homenageados, nacionais e estrangeiros, com laços na Música, Património Cultural e Biodiversidade.

A programação contempla concertos, ações de pedagogia artística, conferências temáticas e visitas guiadas sendo todas as atividades de entrada livre. A valorização dos recursos culturais e naturais e a sensibilização das comunidades locais para a sua salvaguarda e valorização constituem as grandes prioridades do Festival. Iniciativa que defende a inclusão social e territorial, atuando em rede, a partir de um conjunto de parcerias com as “forças vivas” do território.

Em 2020, a 16.ª temporada do Terras sem Sombra decorrerá entre janeiro e julho, mantendo a sua programação centrada na música clássica, património e biodiversidade. O Festival vai percorrer, entre outros, os concelhos de Vidigueira, Campo Maior, Arraiolos, Sines, Beja, Alter do Chão, Castelo de Vide, Barrancos, Viana do Alentejo, Mértola, Ferreira do Alentejo, Santiago do Cacém e Odemira.

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