21 Novembro 2017      23:56

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BEJA: MONDA, KATIA GUERREIRO E MIGUEL GAMEIRO EM CONCERTO SOLIDÁRIO

Os Monda, Katia Guerreiro e Miguel Gameiro juntam-se no próximo dia 8 de dezembro, às 21h00, em Beja, para um concerto solidário e cujas receitas revertem na totalidade para uma intituição centenária daquela cidade alentejana, o Centro Infantil Coronel Sousa Tavares, cuja história começa em 1884 e que se dedica desde então a cuidar de crianças.

A iniciativa partiu de uma empresa de produção de eventos que conhecia bem as dificuldades daquele Centro Infantil e que lançou o convite aos Monda, a quem se juntou posteriormente a Kátia Guerreiro e o Miguel Gameiro. Falamos da Panóplia D'Encantos, que já tem experiências anteriores de mobilização de artistas para fins solidários.

Segundo Jorge Barnabé, responsável da produtora, o facto de lidar com o mundo musical e a experiência de um concerto solidário no ano passado, que contou com as participações de Jorge Fernando e de Buba Espinho e que reverteu a favor do Clube de Patinagem de Beja e da CERCIBEJA, facilitou a organização deste evento cujos "objectivos são exclusivamente garantir o maior valor de receita para que a instituição possa ver atenuadas as dificuldades financeiras com que se depara. Que são muitas infelizmente", concluiu.

O contacto inicial foi feito com os MONDA, que conhece bem e com quem têm uma relação próxima e que "reagiram com absoluto empenho na viabilização do concerto". A partir daí Jorge Barnabé explica que desejaram construir "um concerto único para uma ocasião muito especial", tendo surgido a possibilidade de incluir no universo dos MONDA a Katia Guerreiro e o Miguel Gameiro, que prontamente se associaram à iniciativa.

Para Jorge Barnabé o Centro Infantil Coronel Sousa Tavares "é uma instituição centenária que se dedicou sempre às causas de apoio às crianças, ao acolhimento e formação. Para além da creche e jardim de infância tem também à sua responsabilidade o Centro de Acolhimento A Bungavilia, para crianças em risco e a Casa Pia de Beja."
O empresário defende que "o seu trabalho é meritório e encontra, "como infelizmente muitas instituições, um caminho árduo dificultado por insuficiências financeiras. Mas a verdade é que a vida não pode parar e a vida destas instituições é a vida e o futuro de centenas de pessoas" e que tem por isso de ser apoiada.
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