13 Março 2019      13:50

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À procura de solução para os 105 trabalhadores da Moura Fábrica Solar

Álvaro Azedo, presidente da Câmara de Moura

Há uma inquietação em Moura, resultado do encerramento da MFS - Moura Fábrica Solar o ano passado, e que colocou no desemprego 105 trabalhadores. Apesar das tentativas da empresa antes do encerramento, para conseguir um parceiro que pudesse ajudar a manter de pé aquele negócio de painéis solares, a concorrência "impossível" da China e o fim das taxas aos painéis chineses por parte da União Europeia acabou por inviabilizar os intentos da ACCIONA, a empresa espanhola que detinha aquela fábrica.

E a mais que previsível má notícia chegou em setembro de 2018, quando a administração baixou definitivamente os braços e anunciou o encerramento da fábrica, deixando aquele município do Baixo Alentejo, com pouco mais de 15 mil habitantes, preocupado com o futuro dos 105 trabalhadores especializados naquele que parecia um negócio do futuro, e que funcionou ali 10 anos redondos.

Álvaro Azedo, o presidente da autarquia, diz não querer criar expectativas mas que tem procurado soluções e que estas até podem surgir. Na semana passada recebeu mesmo um grupo de empresários, cuja marca que representam prefere não revelar, e que podem vir ali a instalar uma unidade de produção de baterias, mas ainda é tudo muito "embrionário".

Para o autarca há interesse por parte dos empresários e os 105 trabalhadores tem "fortes competências e experiência", o que é um sinal promissor, mas é preciso aguardar pela materialização e pelo investimento.

 

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