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Seca

EDIA FACILITA ACESSO DE EMERGÊNCIA À ÁGUA DO ALQUEVA

A EDIA, e empresa que gere o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, fez saber em comunicado que tem um plano de emergência para dar resposta à situação de seca que o Alentejo está a viver e que o acesso à água vai ser facilitado a agricultores e produtores de gado.

Segundo aquela empresa, regas de emergência e abeberamento a gado são garantidas pelas infraestruturas e reservatórios da sua responsabilidade, bastando a inscrição dos agricultores na sede da EDIA ou nas delegações dos diferentes perímetros de rega.

SECA NO ALENTEJO COMEÇA A PREOCUPAR

Primeiro foram as pequenas barragens e charcas, particularmente do Baixo Alentejo. Agora são as barragens de média dimensão a acusar a seca prolongada que o Alentejo vive, resultado de dois anos de baixa pluviosidade, conforme alerta o Público.

ESTÁ CALOR, MAS NÃO HÁ SECA NO ALENTEJO

Apesar das temperaturas extremas que se têm deito sentir, no final de mês de junho não se verificou qualquer situação de seca no território nacional, à exceção de uma pequena área do sotavento Algarvio.

SECA NO BAIXO ALENTEJO AMEAÇA AGRICULTURA E PECUÁRIA

A seca é um caso sério no Baixo Alentejo e autarcas da região temem que tudo piore com a chegada do verão. Nesta altura a Barragem do Roxo, em Aljustrel, Beja, está já com menos de um terço da sua capacidade de armazenamento e prepara-se para receber água da Barragem do Alqueva.

SECA EM PORTALEGRE

A presidente da Associação de Agricultores do Distrito de Portalegre (AADP), Fermelinda Carvalho, em declarações à agência Lusa,  considerou - "grave e preocupante", o período de seca que a região de Portalegre está a viver.

"As reservas de água estão muito em baixo, e as limitações são grandes", adiantou Fermelinda Carvalho, apontando mesmo estar em causa conseguir dar de beber aos animais, defendendo ao mesmo tempo ser necessária a construção de mais albufeiras no distrito.

AMBIENTE

A primeira e mais importante questão de todas é a água. Sem água não há vida e a falta dela mata. E pode vir a matar mais tendo em conta que a sua escassez poderá originar conflitos entre países.

Excluindo outras questões em torno da água como a sua privatização ou o desperdício a água é vital e mereceu em 2010 uma resolução da ONU onde se pode ler “a água potável e segura e o saneamento básico constituem um direito humano essencial”.