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Reino Unido

VAI MESMO HAVER BREXIT?

 

Já andamos todos enfadados deste tema, mas a verdade é que ele nos vai acompanhar (sendo otimista!) pelo menos nos próximos dois anos. E como tal, há que habituar as massas à presença deste assunto de forma constante na ordem do dia durante um considerável período de tempo.

OS PERIGOS DO POPULISMO

Não é por acaso que o discurso do Sr. Presidente da República Portuguesa no 43º aniversário do 25 de Abril, tivesse sido virado para o combate ao populismo.

THE DAY AFTER BREXIT

Ontem foi entregue pelo Reino Unido a carta que formaliza a invocação do artigo 50º do Tratado de Lisboa e assim oficializar o pedido de saída da União Europeia. As negociações começarão agora e poderão durar um prazo previsto de 2 anos (prazo este que é expectável terminar antes das eleições Europeias de 2019).

A POLITIQUICE DOS PSEUDO-LÍDERES

Há duas semanas escrevi sobre a incerteza que seria a saída do Reino Unido da União Europeia, hoje escrevo sobre as noticias negativas que têm saído sobre Portugal, excepto claro as do EURO 2016.

A GLÓRIA ESPÚRIA DO BREXIT

A saída do Reino Unido da União Europeia (UE) tem como efeito imediato colocar o foco da classe política europeia em torno das questões do Brexit, usurpando, assim, energia e recursos políticos essenciais ao aprofundamento e desenvolvimento do projeto europeu. E, tudo acontece, precisamente, numa altura em que a UE tem muitas outras questões prementes para resolver, como a crise dos refugiados, as ameaças internas e externas de segurança, a perda de competitividade e o futuro da moeda única.

POSICIONAR A UE NO PÓS-BREXIT

Mais que acusações ou trocas de “galhardetes” entre os vários intervenientes do brexit, é necessário posicionar a UE nesta nova conjuntura que poderá significar um novo começo, ou tal como muitos agoiram, o principio do fim do bloco europeu. O atual cenário é novidade, e discute-se quem terá mais a perder, a UE, que apesar de todos os seus problemas estruturais é o maior mercado mundial, ou o Reino Unido, uma das maiores potências mundiais e a 2º maior economia europeia.

AINDA TEMOS EUROPA?

Faz hoje, exatamente uma semana, que os Ingleses foram as urnas e referendaram a saída do projeto europeu. E sendo absolutamente verdadeiro, nunca pensei que tal fosse acontecer…

Em primeiro lugar, porque mesmo os políticos que fizeram a campanha pelo “BREXIT”, não fazem a mínima ideia do que fazer com a orientação dada pelos ingleses.

BREXIT, PESADELO OU MUDANÇA PARA FICAR TUDO NA MESMA?

Na passada quinta-feira, assistimos a um momento histórico na vida da União Europeia. O Reino Unido, através de referendo, votou a sua saída da União Europeia. Sexta-feira o mundo acordou em sobressalto com a notícia e com as consequências que poderão advir dessa tomada de decisão.

E DEPOIS DO ADEUS

Um referendo não se pode limitar à chantagem económica. Nem deve ser convocado por mero populismo ou eleitoralismo momentâneos. Para mais, quando se convoca toda a população para decidir sobre a permanência na União Europeia numa altura em que esta enfrenta já diversas crises, além da económica, como o terrorismo ou a crise dos refugiados. Este é o meu terceiro artigo acerca do futuro da Democracia em Portugal e na Europa e acreditem, a altura não foi escolhida ao acaso. Contudo, qualquer resultado sufragado democraticamente é soberano, mas deve ser encardo de forma ponderada e serena. Ao contrário daquilo que foi a convocação do referendo e a sua campanha, de parte a parte.

POR TODAS AS JO COX DO MUNDO

Ao longo desta semana, o Mundo chorou e ainda chora a morte de Jo Cox, violentamente assassinada enquanto participava numa acção de dinamização da campanha pela permanência do Reino Unido na União Europeia.

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