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Refugiados

NO INÍCIO DE UM NOVO ANO

Findo o ano de 2016, cabe a já habitual retrospectiva.

2016 trouxe-nos a certeza que a esquerda, afinal, é capaz de se unir quando é preciso levar o País para a frente e mudar o rumo e a política desenvolvida até determinado ponto.

Trouxe-nos um Presidente da República que mostrou uma nova faceta que, em certos aspectos, poderá ser exagerada. Mostrou a faceta da proximidade e da participação junto da comunidade.

Mal ou bem, Marcelo Rebelo de Sousa já pautou pela diferença relativamente aos seus antecessores.

UMA ALDEIA IRAQUIANA NO ALENTEJO?

Com a proposta a surgir por parte da eurodeputada socialista Ana Gomes – há cerca de seis meses - de acordo com o Diário de Notícias, contará com o apoio do governo, o Alentejo pode vir a acolher uma aldeia de refugiados iraquianos.

Serão cerca de quinhentos os refugiados yazidi, maioritariamente famílias, mulheres e crianças que estão atualmente em campos de refugiados lotados, na Grécia – país que acolhe cerca de sessenta mil refugiados - que poderão estar a caminho do Alentejo.

JORGE SAMPAIO VEM A ÉVORA FALAR DOS REFUGIADOS NO MUNDO

A Universidade de Évora organiza no próximo dia 12 de Outubro a segunda conferência de um ciclo de conferências que aborda o Desenvolvimento, Direitos Humanos e Segurança.

Para o efeito conta com ex-Presidente da República Jorge Sampaio como orador principal, que falará sobre a problemática dos refugiados no mundo e a necessidade de um mecanismo de resposta rápida para a educação superior nas emergências.

ALENTEJANOS AJUDAM A CONSTRUIR CENTRO ESCOLAR PARA REFUGIADOS

Ao abrigo do projeto “My Friend”, uma professora e uma aluna do Politécnico de Portalegre vão viajar para a Grécia para instalar um centro escolar num dos muitos campos de refugiados que existem nesse país, em Skaramagas – perto de Atenas - onde existem crianças refugiadas de países como Iraque, Síria ou Afeganistão.

NÓS E OS OUTROS: A CULTURA NA CRISE DOS REFUGIADOS

A crise dos refugiados levanta problemas ao mundo e particularmente à União Europeia, que está com dificuldades em encontrar o consenso necessário entre Estados Membro para que possa dar uma resposta eficaz às circunstâncias. Depois algumas das medidas tomadas por alguns dos Estados Membro sugerem um endurecimento das posições, que indicam preconceito e apresentam o "outro" como uma ameaça à sociedade e à cultura europeia.
 

CONCERTO DE NATAL EM ÉVORA APOIA REFUGIADOS

É na renovada Igreja de S. Francisco que hoje ao fim da tarde decorre o Concerto de Natal 2015, pela Orquestra de Évora.

Mas este ano o Concerto de Natal tem um novo objectivo grandioso e que é o de apoiar a Plataforma de Apoio aos Refugiados  através dos donativos que recebe.

OS ABUTRES CERCANDO O REBANHO

Esta desafortunada metáfora recorda o drama dos refugiados que tão recentemente tem fustigado a Europa. E apesar de todo o rebanho de refugiados sírios e emigrantes de outros países do Médio Oriente que atravessaram a Síria, terem fugido dos predadores chamados Estado Islâmico, a Europa, o seu oásis, o seu refúgio, ao contrário do expectável, não lhes abriu as portas. Este cantinho do Mundo reconhecido como tolerante, aberto, democrata, solidário, o seu porto de abrigo, esqueceu os seus valores de humanidade e civilidade que tinha arreganhado no pós IIª Guerra Mundial.

UM SÍRIO AQUI AO LADO

À medida que refugiados sírios estão mais próximos de Portugal, mais têm sido as vozes contra que se têm levantado contra esta vinda.

Ao seu lado já vivem sírios; mais que o que possam imaginar, mas hoje falámos de dois casos específicos. Um, Mohammed Al-Wattar, que vive em Badajoz (Espanha) a escassos quilómetros da fronteira portuguesa. E mais, tem 50 anos e já lá vive desde os 18 anos.

PORQUÊ É QUE OS SÍRIOS NÃO FICAM NA ARÁBIA?

Muitos se têm manifestado quer em críticas à Europa por não receber mais e melhor os intérpretes desta crise migratória, e outros, em posição oposta, e que contrapõem com a vinda de terroristas nestas vagas, fazem ressurgir a intenção real do Estado Islâmico em conquistar a Península Ibéria (o “Al-Andaluz”) e questionam: porque é que os sírios não procuram ajuda nos países árabes vizinhos do Golfo Pérsico?

OS NOSSOS MENINOS

Já perdi a conta às vezes que vi a imagem do pequeno Aylan. O menino que morreu afogado na tentativa de fuga da sua família para a Europa. É difícil ficar indiferente a esta imagem e a tudo o que a mesma transmite.

Rapidamente o Mundo despertou para a situação dos refugiados e das condições degradantes em que fazem a viagem em busca de uma vida melhor.

De repente a defesa dos migrantes passou para as primeiras páginas dos jornais e logo surgiram inúmeras opiniões sobre uma questão que dura há anos e que constitui um desafio a toda a Europa como União.

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