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Liberdade

Querem calar a imprensa

Há poucos dias atrás, dezenas de personalidades de esquerda assinaram uma carta aberta dirigida às televisões generalistas a pedir contenção na informação sobre a pandemia e a criticar o que consideram ser o excesso informativo, o tom agressivo usado nalgumas entrevistas e a "obsessão opinativa".

Não fosse uma carta escrita há tão poucos dias, poderia fazer lembrar os discursos bafientos dos regimes mais antidemocráticos que existiram ao longo da história.

Ainda se lembra que dia é hoje?

Era um jovem universitário a fazer zapping compulsivo na tentativa de encontrar uma desculpa para não pegar nos livros, quando – passavam uns minutos das 9:03h em Nova Iorque, 14:03h em Portugal – ao ver um pasmado José Rodrigues dos Santos, paro na RTP1 e vejo um jornalista experiente - cujas primeiras memórias me enviam para a Guerra no Golfo, estando, como tal, habituado a cenários difíceis – atónito, a tentar explicar o que estava a acontecer nas imagens que se viam em direto dos Estados Unidos.

A ordem mundial anarquista da atualidade

Alguém tem um relógio? Que dia é hoje? Hoje comemoram-se os 2 meses e 9 dias em que as nossas vidas mudaram radicalmente e tentamos arduamente para que voltem ao normal, mas de nada vale o esforço se não somos nada para além de carne e osso, sentimentos e pensamentos que facilmente são corroídos por um vírus que tem ceifado imensas vidas ao longo de todo o mundo e, também, por aqueles que convivem connosco.

Está a corrupção a ameaçar a democracia? – opinião de Ana Gomes, Eduardo Dâmaso e Rafael Marques

No debate desta sexta, com Ana Gomes, Eduardo Dâmaso e Rafael Marques, o foco estará na corrupção, um ato tão antigo como o poder e tem sido um dos pontos relevantes nas sociedades modernas. Muitas vezes empecilho da evolução e do progresso, das desigualdades sociais e do mau funcionamento do Estado, a teia chega agora à própria Liberdade.

O confinamento tem influência na Democracia?

O confinamento tem influência na Democracia? Foi a base de nova conferência/debate.

Promovido pela ASMAV, no passado dia 14, decorreu o debate online sobre os efeitos do confinamento no apego à democracia e à liberdade.

Uma súplica de Liberdade

É como se estivéssemos todos a viver dentro do mesmo sonho, aliás, presos nele. Sempre que vemos a saída, voltamos ao início. É quase como um jogo que dura há meses, onde para ganhar, se requer o esforço de todas as partes, onde nem todas estão a colaborar. É o jogo mais difícil que passará por todos nós; mexe com emoções, principalmente com o medo. Há dias e dias que adormecemos junto a esse monstro, pedindo que ele desapareça o mais depressa possível. Mas ele insiste em regressar sempre.

Parece um universo paralelo. Repetimos sempre o dia anterior. Como um flashback.

Está o COVID-19 a por em causa a democracia e a liberdade em nome da segurança?

Estará a nossa Liberdade em risco com o COVID-19? Ter mais segurança implica perder direitos? Estas e outras perguntas serão respondidas neste debate com Francisco Teixeira – Professor de Filosofia, ESFH e ULP, João Duque – Teólogo, presidente do Centro Regional de Braga da UCP e Moisés de Lemos Martins – Sociólogo, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) da UM, com moderação – Rui Dias.

A democracia em Estado de Emergência

Na sexta-feira, dia 24 de abril, a Associação Artística Vimaranense promoveu um debate online entre José Adelino Maltez, André Freire e Francisco Teixeira. Transmitido online, via Facebook, pode ver aqui https://business.facebook.com/asmav.pt/videos/3096458607080797/ o evento contou com a colaboração do jornal Mais Guimarães e Tribuna Alentejo.

Acabou o medo e a ignorância, somos orgulhosamente Portugal

“Quis saber quem sou, o que faço aqui!” dois versos simples - que expressam duas dúvidas de sempre, de toda a Humanidade - e que deram início à revolução de Abril.

Foi a música escrita por José Calvário, cantada por Paulo de Carvalho, que serviu de primeira senha à revolução.

Hoje, 46 anos depois, Portugal já não é orgulhosamente só; é como a sua génese humanista sempre o ditou: um país de diáspora, que se integra sem problemas e que recebe de braços abertos.

A festa da Liberdade, sempre

Só amanhã é dia 25 de Abril, aquele dia que até 1974 era só mais um e que - farão amanhã 46 anos – se tornou um símbolo da Liberdade após a revolução popular e militar.

A revolução dos Cravos – que teve no alentejano Salgueiro Maia uma peça fulcral - trouxe uma maior abertura de mentes e do país enquanto um todo.

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