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Laboratório Hercules

ÉVORA CONFRONTA ALQUIMIAS MEDIEVAIS E CIÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS

Dão pelo nome Cookies Seminars, colocam frente a frente alquimias medievais e ciências contemporâneas e pretendem, entre outras, responder à questão: Pode a ciência do século XXI desvendar todos os segredos das alquimias medievais?

HERCULES: UNIVERSIDADE DE ÉVORA ESTÁ A APOIAR INDÚSTRIA DOS MÁRMORES ALENTEJANOS

O trabalho científico que está a ser desenvolvido nas pedreiras de mármore do chamado Triângulo do Mármore Estremoz-Borba-Vila Viçosa é tão relevante que mereceu um artigo profundo na National Geographic e que apelida os investigadores de "Os médicos do mármore português".

O problema que levou a indústria de mármores a pedir a intervenção dos especialistas prende-se com a cor do mármore, a sua caracrterística mais importante do ponto de vista comercial e para exportação e que sofre alterações na sua coloração por motivos diversos, com consequências económicas evidentes.

ÉVORA RECEBE CONGRESSO INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA EM ARTE E ARQUEOLOGIA

Évora recebe entre 24 e 28 de outubro próximo o 9º Congresso Internacional de Aplicação da Espectroscopia Raman em Arte e Arqueologia.

MATERIAIS E TÉCNICAS DE EXECUÇÃO DOS FORAIS MANUELINOS DESVENDADOS EM ÉVORA

As técnicas de execução e os materiais dos Forais de Terena, Alandroal, Évora, Lousã e Marvão têm vindo a ser alvo de estudo num trabalho que está a ser realizado no Laboratório HERCULES, na Universidade de Évora.

LABORATÓRIO HERCULES: ONDE TRABALHAM OS CIENTISTAS NO ALENTEJO

O Laboratório HERCULES, a funcionar dentro da Universidade de Évora, foi criado em 2009 e é único no país tendo em conta a tecnologia de ponta que utiliza nas suas investigações. Os recursos de que dispõe são tão avançados que é mesmo um dos mais atrativos do seu tipo na Europa, como defende António Candeias, químico e Professor Auxiliar do Departamento de Química da Universidade de Évora, que dirige este laboratório.
 

UNIVERSIDADE DE ÉVORA DESCOBRE CORES ORIGINAIS DO MOSTEIRO DA BATALHA

Cinco séculos de vida foram mais que suficientes para desbotar e fazer desaparecer as cores originais da Capela do Fundador do Mosteiro da Batalha, panteão de D. João I, D. Filipa de Lencastre e da Ínclita Geração. A exuberância da cor foi-se perdendo com os estragos das Invasões Francesas, o fim das Ordens Religiosas que preservavam os espaços e os restauros do século passado que foram despindo a Batalha de cor.

ÉVORA FICA MAIS COLORIDA ENTRE HOJE E 26 DE SETEMBRO

Entre hoje, dia  24 e 26 de setembro  vai realizar-se no Colégio do Espírito Santo, da Universidade de Évora, a segunda edição de uma Conferência Internacional dedicada à temática da cor- COLOURS2015: bridging science with art.