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Holocausto

HOLOCAUSTO – 72 ANOS DEPOIS

Era esta a frase inscrita nos campos de concentração nazis: “o trabalho liberta-nos”. Durante anos, nestes campos, foram cometidas as maiores atrocidades entre seres humanos. Como disse George Steiner “Para muitos homens o ambiente de paz parece mais sufocante do que o ar revigorante da guerra.”

HOJE CHORA-SE O HOLOCAUSTO DA ALEMANHA NAZI

O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto tem o seu lugar a 27 janeiro.

Este dia não celebra um dos momentos mais hediondos da história da Humanidade, procura sim relembrar os milhões de vítimas provocadas pelo genocídio da Alemanha nazi sobre os judeus, ciganos, homossexuais, entre outros, e que ocorreu durante a II Guerra Mundial.

O dia 27 de janeiro de 1945 foi o dia em que o principal campo de concentração nazi, Auschwitz (a sul da Polónia) foi libertado pelas tropas da União Soviética.

Aristides Sousa Mendes em banda desenhada

Inaugurada a 18 de março e patente ao público até ao próximo dia 30 de abril, a exposição de Banda Desenhada "Aristides de Sousa Mendes - Herói do Holocausto" de José Ruy em Campo Maior promete entusiasmar os visitantes.

A exposição, uma organização da AAPCM e do Círculo Artístico e Cultural Artur Bual, é composta pelas pranchas digitais do livro de banda desenhada "Aristides de Sousa Mendes - Herói do Holocausto", que conta a vida do cônsul português em França que, durante a II Guerra Mundial, salvou mais de 30.000 pessoas, desobedecendo a ordens de António de Oliveira Salazar e colocando em risco a sua carreira e a sua vida.

Para que ninguém esqueça!

Hoje, dia 27 de Janeiro, assinala-se o Dia Internacional de Recordação do Holocausto, 70 anos volvidos tal acontecimento, dia em que os prisioneiros de Auschwitz foram libertados, em 1945. Alguns historiadores ignoram o Holocausto, enquanto outros o admitem e consideram o maior massacre da história mundial, tendo vitimado mais de 11 milhões de civis, incluindo judeus e outros grupos étnicos, sociais e políticos.

Guarda nazi julgado 70 anos depois

Johann Breyer seria só o nome de um emigrante alemão, com 89 anos, a viver nos EUA desde 1952, não fosse o fato de ter sido um guarda nazi em Auschwitz e que foi agora acusado de cumplicidade na morte de 216 mil judeus.

Não fugiu nem desapareceu, Breyer vive em Philadelphia, pacificamente e as únicas ameaças que faz é ao cão do vizinho. A sua identidade há muito que não é segredo para ninguém, nem mesmo para os caçadores de nazis (pessoas que procuram e reúnem informações sobre ex-nazis no sentido de os levar a tribunal).