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Filosofia

FILOSOFIA DAS COISAS

Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Duas coisas nunca são iguais e a filosofia vai muito mais além. Bem, será porventura errado falar em coisa. É vago e disperso. Há nas coisas, a que é uma e a que é a outra, uma utilidade subjacente. Tudo isto se concretiza num grande saco de penas, uma almofada.

PODEMOS MUDAR O MUNDO A PARTIR DO ALENTEJO?

Não me interpretem mal, em termos filosóficos eu sou um autêntico pessimista. Não acredito que haja qualquer tipo de redenção possível para a “Humanidade”, nem me revejo já, numa ideia de vida pós-morte. Talvez sejamos fruto de uma má conceção biológica, que nos leva a acreditar numa determinada superioridade, mas possivelmente não passamos de matéria condensada pelo tempo. Ainda assim, enquanto realista, no dia-a-dia, levo-me a pensar que talvez seja possível mudar o mundo, ou as condições de vida nele, de cada um de nós. E nesse caso, porque não, começar no Alentejo.

LIVRE ARBÍTRIO E PENSAMENTO LIVRE

Saber se escolhemos livremente é um dos assuntos mais interessantes que posso imaginar. O pensamento livre, como causa de uma escolha material livre, é, para o efeito aqui perseguido, igual. Portanto, concentremo-nos no assunto da liberdade.

A liberdade, em abstracto, é o assunto. E essa liberdade prende-se, antes de mais, com a concepção de liberdade de pensamento que, por sua vez, condiciona a liberdade de escolha.

PORQUE É QUE OS HUMANOS CONTINUAM A FAZER GUERRAS?

“Qualquer guerra é um sintoma de falência do Homem como animal pensante.” - dizia John Steinbeck, no entanto, o estado de guerra providencia às pessoas um estado de positividade psicológica nas sociedades oprimidas onde faltam outros caminhos para a mudança. Esse estado positivo é tão forte que contagia; de tal modo que os jovens britânicos, atualmente a combater na Síria, sentem eles próprios estar “a lutar pela mesma causa dos camaradas muçulmanos, mas também procuram a preencher a necessidade de se sentirem mais vivos.”