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PORTUGAL PRECISA INVERTER OS INDICADORES DEMOGRÁFICOS

Portugal É o segundo país da UE onde menos se nasce.

Não querendo entrar no campo demasiado técnico, até porque a minha formação académica sobre essa matéria é apenas superficial e os leitores não esperam isso de mim, quero, sim, alertar para uma situação, agora que se comemorou (no passado dia 11 deste mês) o Dia Mundial da População, que nos deve deixar a todos apreensivos e cientes que teremos, com alguma urgência, colocar o assunto na agenda política do País: a pobre demografia de natalidade.

MORREU O FILHO ÚNICO

Já tínhamos referido que a China se preparava para acabar com a lei do filho único. A legislação que surge agora - entra em vigor já a 1 de janeiro – vem por fim à política do filho único, uma política implantada pelo governo Chinês na década de 70 e que pretendia travar o crescimento populacional excessivo no país, com mais de um bilião e trezentos milhões de habitantes.
 

Onde vamos parar?

As perspectivas demográficas não são animadoras para Portugal. Nos últimos anos, observámos a pirâmide etária a inverter-se e em termos políticos e sociais nada foi feito para atenuar os efeitos desta inversão.