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Democracia

A INDÚSTRIA DA CORRUPÇÃO

A prática da corrupção conduz a sociedades mais desiguais, perverte a distribuição de riqueza e de oportunidades, aprofunda injustiças sociais e coloca em risco a dignidade humana.

MESTRES NA ARTE DA FUGA

Respeitável público! Senhoras e senhores, meninas e meninos, sejam bem-vindos ao nosso magnífico espetáculo de fazer sumir milhões! Assistam a mais uma incrível fuga ao controlo do fisco. Atenção estimado público! Dentro de instantes 10 mil milhões de euros irão escapar sob o vosso olhar. E… já está! Já está! Que performance, verdadeiramente admirável. Portugal está boquiaberto de pé a aplaudir. Mas que atuação arrebatadora, um show como este só encontra rivalidade nas memoráveis atuações do Houdini, o Grande Mestre na Arte da Fuga.

O TRIUNFO DA MEDIOCRIDADE

Ao nosso tempo, a transformação da realidade, de factos e evidências resulta na mais maléfica e evidente manifestação de louvor à “meritocracia da mediocridade”, segundo a qual tudo se reduz à conciliação de meros interesses individuais, sustentados por perspetivas subjetivas. Nunca, como agora, se viu tamanha recompensa à mediocridade e tamanho culto às regalias mais execráveis.

7 DE JANEIRO DE 2017

"Quando chego a uma sala destas, cheia de gente jovem, numa situação em que o país está de cócoras, em que tudo foi destruído, em que não há nada (…) e em que tanta gente, por medo ou por qualquer outra razão, não é capaz de lutar, estar aqui e ver-vos a vocês todos aqui aos berros pela liberdade e pela democracia, para mim é o melhor que me poderiam ter feito"

Mário Soares, 06 de Dezembro de 2014

 

DOZE MESES DE DESAFIOS E OPORTUNIDADES

A grande maioria dos sinais que nos chegam, através dos meios de comunicação, levam a crer que 2017 possa vir a ser identificado como um ano disruptivo e incerto. Há cem anos o mundo caminhava para o fim das monarquias e dos impérios, mergulhado em guerras e conflitos. 1917 foi um ano de revoluções e incertezas.

Atualmente, um pouco por todo lado, o sentimento generalizado de injustiça económica, alimentado pela desilusão de uma vida melhor, encontra terreno fértil para o desenvolvimento de uma insatisfação difusa expressa por aversão, hostilidade, repúdio ou ódio aos imigrantes.

MOBILIDADE EUROPEIA, JOVENS E DEMOCRACIA

A juventude e os valores para a construção do sonho europeu de democracia, liberdade e mobilidade de pessoas e bens, devem ser entendidos como pilares fundamentais para a sustentação da Europa como um continente de desenvolvimento, defesa dos Direitos Humanos e da paz entre os povos.

Escrever sobre estes temas vem, entre muitos outros projectos, dos últimos 2 cursos de formação que a associação a que presido, Mundus Intercultural, desenvolveu nos últimos 30 dias.

O FUTURO DA DEMOCRACIA EM PORTUGAL E NA EUROPA

Pensar sobre o Futuro de um sistema político vigente num país e no seu continente requer, além de ponderação, uma grande firmeza objetiva sobre os parâmetros mais importantes a realçar. Para tal é necessário, além de elaborar expectativas, proceder a uma análise de diagnóstico sobre o Presente e o Passado que nos conduziram até aqui, hoje, e sobre as condições que na atualidade norteiam a sociedade, a vida e o pensamento coletivo.

CIMAC CELEBRA OS 40 ANOS DO PODER LOCAL DEMOCRÁTICO

No dia 17 de maio a CIMAC – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, vai promover um conjunto de iniciativas no sentido de celebrar os 40 anos de poder local democrático.

A VEZ DO ZÉ POVINHO

Quem se informa sobre a vida das celebridades, dos políticos e dos homens e mulheres mais endinheirados apenas pelos tabloides ou pelo jornalismo empresarial tem a impressão de que riqueza e poder são características inatas. Este tipo de imprensa cumpre papel semelhante ao dos contos de fada, revestindo com auras de retidão e de virtude as personalidades de indivíduos pertencentes às classes mais altas.

O ACTO DE SECUNDARIZAÇÃO DA DEMOCRACIA

Na última quinta-feira tivemos a oportunidade de assistir em plena Assembleia da República, a casa da democracia portuguesa e órgão máximo da mesma, a uma pura demonstração de como uma nação cuja Constituição foi elaborada há 40 anos, sob a égide dos valores democráticos depois de tantos anos de autoritarismo, consegue rejeitar uma condenação apresentada pelo PS e BE relativa ao caso dos 17 ativistas presos em Angola por terem na sua posse um livro intitulado Da Ditadura para a Democracia, e acusados de coautoria de actos preparatórios para uma rebelião e associação criminosa.

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