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Cortiça

CHINELOS DE CORTIÇA JÁ ANDAM POR TODO O MUNDO

AsPortuguesas são uma marca de chinelos feitos em cortiça, amigas do ambiente, nascidas da parceria da Ecochic e da Amorim Cork Ventures, do Grupo Amorim. AsPortuguesas nasceram em 2016 e já são exportadas para Médio Oriente, Estados Unidos da América, França, Alemanha e Reino Unido.

Há 11 modelos disponíveis e os preços variam entre 30 e os 35 euros.

LEGO INSPIRA SISTEMA DE CONSTRUÇÃO COM BLOCOS DE CORTIÇA

É semelhante ao sistema de montagem LEGO e permite construir qualquer estrutura, parede ou mobiliário, tanto para interior como para exterior, sem ferramentas, sem parafusos, sem cola. Isso é Corkbrick, uma empresa portuguesa que desenvolveu um sistema inovador de blocos de cortiça que, à semelhança das peças Lego, permite criar e construir em casa ou no escritório qualquer tipo de estrutura ou mobiliário sem o recurso a ferramentas.

ALUNA DE DESIGN DE ÉVORA VENCE COM PRODUTO INOVADOR EM CORTIÇA

A PELCOR, marca portuguesa de moda e acessórios de luxo, que utiliza a cortiça como principal matéria-prima, desafiou os alunos da Universidade de Évora a desenharem um produto inovador em cortiça para a sua linha de decoração Home. Os projectos submetidos a concurso teriam de complementar os acessórios Pelcor já existentes, recorrendo ao aglomerado de cortiça como material principal.

CORTIÇA REVOLUCIONA INDÚSTRIA DA REFRIGERAÇÃO

Construção, moda, mobiliário, tecnologia e agora a refrigeração industrial. A Corticeira Amorim, a maior empresa mundial de produtos de cortiça, tem apostado em produtos diferenciadores através da Amorim Cork Ventures, uma unidade sua de inovação e que tem multiplicado as soluções com cortiça, que abrange um número crescente de sectores e agora, com a sua mais recente solução, promete revolucionar a indústria da refrigeração.

MOBILIÁRIO EM CORTIÇA NASCE DE PARCERIA COM SUECOS

A Corticeira Amorim, a maior empresa mundial de produtos de cortiça, estabeleceu uma parceria com empresas suecas especialistas em moldação 3D, para entrar no mercado do mobiliário.

CORTIÇA EXPORTOU QUASE MIL MILHÕES DE EUROS EM 2016

Segundo avança o Jornal Económico de hoje, o setor corticeiro nacional bateu recordes nas exportações em 2016 ao ter chegado próximo dos 940 milhões de euros. Segundo a Associação Portuguesa da Cortiça, a APCOR, os resultados de 2016 representam um crescimento de 4% em relação a 2015 e que para 2017 se prevê que as exportações atinjam os mil milhões de euros.

NASCEU O TAPETE EM CORTIÇA FEITO EM TECELAGEM

A inovadora abordagem à cortiça nasceu numa incubadora dentro da Corticeira Amorim, a Amorim Cork Ventures, única do mundo dedicada ao negócio da cortiça, e tem preparada a primeira colecção de tapetes tecidos por tecelagem com cortiça, lã e algodão. O novo produto já resultou em pedido de patente em Portugal.

O preço por metro quadrado vai variar entre os 220 aos 500 euros, adiantou Susana Godinho, a criadora da Sugo Cork Rugs, ao Dinheiro Vivo.

 

O PRIMEIRO TELEMÓVEL DO MUNDO EM CORTIÇA

A IKI Mobile acaba de lançar o primeiro telemóvel do mundo com cortiça, o KF5 Bless Cork Edition, o primeiro protótipo de telemóvel do mundo  a recorrer à cortiça para o chassi, o que o torna "mais amigo do ambiente".

O telemóvel terá um processador Octa Core, memória RAM de 3GB, um espaço de armazenamento de ROM 32GB, câmaras Sony de 8MP frontal e 13MP na câmara principal, uma bateria 3000 mAh, e leitor de impressão digital

CORTIÇA BATE RECORDE DE EXPORTAÇÕES

Em mês de balanços a Associação Portuguesa da Cortiça (APCOR) adianta que o setor bateu um recorde de exportações em 2016, com 950 milhões de euros  de vendas e prevê um novo recorde em 2017 na casa dos mil milhões de euros em exportações.

VEM AÍ O MONTADO DE REGADIO

O Alentejo ter mais 500 hectares de montado de regadio. A iniciativa é da Corticeira Amorim, em parceria com 10 produtores florestais alentejanos.

O objetivo desta plantação visa que, a curto prazo, se possa responder à falta de matéria-prima.

Há cerca de 15 anos, Francisco de Almeida Garrett plantou, na Herdade do Conqueiro, em Avis (Portalegre), uma área de montado irrigado e que serve de exemplo agora a António Rios Amorim que, à Lusa, aponta o regadio como uma prioridade para a empresa.

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