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Astronomia

MÉRTOLA TAMBÉM TEM CÉU

Mértola, vila alentejana, nas margens do Guadiana, destino turístico de milhares de pessoas, também tem céu.

É esse céu de Mértola que se pretende promover com a iniciativa “CAMINHADAS CRIATIVAS...COM ESTRELAS” que decorrerá – por iniciativa do Município de Mértola - a 20 de setembro, com início às 18h, no Monte do Guizo.

Composto por um conjunto de itinerários pedestres, o programa inclui ainda um workshop de fotografia noturna, um safari fotográfico, observação do céu e petiscos fora de horas. As inscrições estão limitadas a 15 participantes.

 

A FESTA DAS ESTRELAS É NO ALQUEVA

No próximo fim de semana, a 21 e 22 de julho, vai realizar-se a VI Dark Sky® Party Alqueva, junto ao Lago Alqueva, no Ancoradouro e Parque de Merendas do Campinho, concelho de Reguengos de Monsaraz, e vem cheia de novidades.

A abrir, às 21h de 21 de julho, uma palestra dedicada às “Férias no Sistema Solar”, a cargo do Investigador Pedro Machado do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, e onde será feita uma viagem pelo Sistema Solar.

ALENTEJO VAI MUDAR AS HORAS

Será esta madrugada, quando for 1 da manhã, que a hora vai mudar no Alentejo, em consonância com todo o país.

Os relógios vão adiantar uma hora, passando a ser 2 horas quando os seus relógios marcarem uma – não se esqueça que no carro também tem relógio.

Este acerto de horas está mesmo convencionado pela União Europeia e o objetivo é só um: reduzir o consumo global de energia e começou em pleno século XVIII, por Benjamin Franklin, nos Estados Unidos da América, e queria poupar velas.

ÉVORA DE OLHOS POSTOS NAS ESTRELAS

Esta noite, 15 de outubro, Évora vai estar com a cabeça no espaço. É a Ignite IAstro que estará de passagem pela cidade alentejana e se propõe a percorrer o Universo a partir de Évora.

EXPLORAR O ESPAÇO A PARTIR DO ALENTEJO

Hoje à noite e durante todo o fim de semana, será possível explorar o espaço sideral "Sob o Céu de Messejana", um evento organizado pela Câmara Municipal de Aljustrel, que pretende promover o património local e a astronomia, através da fotografia. O evento terá lugar na vila de Messagena, no concelho de Aljustrel, distrito de Beja, entre os dias 1 e 3 de julho, contanto com a colaboração do Planetário Portátil do Centro de Ciência Viva de Sintra.

BEJA DE OLHOS POSTOS NO ESPAÇO

É este o desafio que investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço lançam este fim de semana.

Com o objetivo de levar o Universo a locais com menos acesso à divulgação de ciência, oito investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço vão estar em Beja - no Pax Julia – Teatro Municipal, às 21:30h - e falar sobre a sua investigação.

Nesta digressão “Ignite Astro” serão dados a conhecer os temas da investigação que se faz neste instituto.

ATMOSFERA TERRESTRE EM MEIA DÚZIA DE LINHAS

A atmsofera terrestre está para o planeta Terra como a casca de uma maçã para a maçã.  Conforme já referi numa artigo anterior, a atmosfera é essencialmente constituída por azoto (N2), oxigénio (O2) e um conjunto de outros gases como o dióxido de carbono (CO2), xénon (Xe), árgon (Ar),…

A atmosfera encontra-se dividida em várias regiões (camadas) que reflectem a variação de temperatura causadas pelas reacções químicas que aí ocorrem, bem como com a respectiva composição.

VÉNUS VS. TERRA

No decorrer das últimas décadas ocorreram progressos consideráveis no conhecimento da formação dos planetas, das suas luas e das atmosferas planetárias, esforço conseguido através das inúmeras simulações computacionais, bem como das sondas espaciais que se tem enviado.

O Sol, os planetas (e respectivas luas), bem como as suas atmosferas terão sido formados há cerca de 4.5 mil milhões de anos a partir de uma nebulosa (gás e poeiras).

ESTRELAS AGLOMERADAS

Os enxames globulares são aglomerados de estrelas gravitacionalmente ligadas, de forma esférica, com baixas metalicidades, idades bastante avançadas e com densidades estelares típicas da ordem de 100 a 10 000 estrelas por parsec cúbico.

TEORIA DA RELATIVIDADE FAZ 100 ANOS

A lei que mudou a Ciência faz hoje, 25 de novembro, 110 anos.

O ano "mirabilis" foi em 1905, quando Albert Einstein – cientista e físico alemão refugiado nos Estados Unidos – confirmou a sua Teoria da Relatividade consubstanciada na famosa equação E=mc², um dos seus múltiplos feitos de relevo e que contribuiu para que, em 1921, fosse galardoado com o prémio Nobel da Física.

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