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Cultura

EM 2017 COMO HÁ 2 MIL ANOS

A milenar Festa das Maias, em Beja, está de volta.

A 5 e 6 de maio – por iniciativa da responsabilidade da Associação para a Defesa do Património Cultural da Região de Beja ADPBeja – Beja volta a celebrar a Agricultura naquela que é uma tradição que nos chega desde há 2.000 anos pelos romanos.

ÉVORA DESAPARECIDA JÁ PODE SER VISTA

Como é sabido, a Évora que hoje se vê implicou construção e reconstrução sobre outras “Évoras” que acabaram por desaparecer, na totalidade ou parcialmente. É sobre esta Évora desaparecida que surge um novo percurso turístico e que terá por base essas partes da cidade que “desapareceram”.

A POLÍCIA A DAR MÚSICA

Na próxima quarta-feira, dia 19 de abril, a Polícia de Segurança Pública - PSP vai “dar música a bebés” em Portalegre e Elvas.

Serão aproximadamente 360 as crianças – dos 6 meses aos 6 anos – que vão assistir a esta iniciativa da Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública denominada “Concertos de Palmo e Meio”.

"DIZER O INDIZÍVEL PARA QUÊ?"

“Dizer o indizível para quê?” – é a questão que dá azo ao debate que acontecerá na Casa da Rua de Burgos, em Évora, a 18 de abril, pelas 18:30h e que surge no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Museus, a 18 de maio, e que tem por mote: “Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus”.

BEJA CELEBRA AZULEJARIA PORTUGUESA

A 3 de maio, em Beja, cerca de 2 500 crianças, adolescentes e professores vão celebrar a azulejaria, na Praça da República, em Beja, para a 3ª Festa do Azulejo e a 6ª do SOS Azulejo.

No ano em que se celebram 550 anos de azulejaria em Portugal, a Associação para a Defesa do Património de Beja - ADPBeja, a Câmara Municipal de Beja e o Projeto SOS Azulejo, promovem variadas exposições, montagem de puzzles, peddy-papers, visitas guiadas, música, animação de rua e oficinas de pintura de azulejos para celebrar uma arte tão característica de Portugal e do Alentejo.

 

CAPOTE FEST - A NOVA MÚSICA PORTUGUESA NO ALENTEJO

O Alentejo vai ter três dias de nova música portuguesa e que serão a oportunidade de novas bandas emergentes darem das vistas; além de novas bandas, nomes mais consagrados estarão também presentes. A 4, 5 e 6 de maio, na S.O.I.R - Joaquim António de Aguiar e na Sociedade Harmonia Eborense, em Évora, decorrerá mais segunda a edição do “Capote Fest”.

CONHECE OS “TAIS QUAIS”?

Já conhece os “Tais Quais”?

Os “Tais Quais” é um grupo que junta nomes reconhecidos da música portuuesa em torno de tradições e músicas populares alentejanas. Congrega Tim, Jorge Palma, João Gil, Celina da Piedade e os alentejanos Vitorino (Redondo), Paulo Ribeiro e o humorista Jorge Serafim (ambos de Beja).

Tal e qual… com este grupo a boa disposição e a animação é uma garantia e vai poder comprová-lo hoje, no Pax Julia – Teatro Municipal de Beja, onde vão estar em concerto a partir das 21:30h, juntando muita música e muitas histórias.

A ESSÊNCIA ALENTEJANA EXPOSTA EM ELVAS

A exposição “Ao encontro da essência alentejana” - de Maria José Brito e Zélia Chaves - está patente desde 7 abril na Casa da Cultura, em Elvas.

Até dia 28 vai poder ver esta mostra de trabalhos de escultura e pintura de duas artistas elvenses.

A organização é da Câmara Municipal de Elvas e tem por objetivo promover os artistas elvenses nas mais diversas vertentes culturais.

NOISERV HOJE EM ÉVORA

​Com quase 12 anos de existência, noiserv, “homem-orquestra”, ou banda de um homem só, tem vindo a afirmar-se como um dos mais estimulantes projectos da nova geração de músicos portugueses. No  currículo conta com o bem sucedido disco de estreia “One Hundred Miles from Thoughtlessness” [2​008], o EP “A Day in the Day of the Days” [2010], e “Almost Visible Orchestra” [2013], disco distinguido como melhor do ano pela Sociedade Portuguesa de Autores e recentemente re-editado internacionalmente pela editora francesa naive, casa mãe de projetos como Yann Tiersen, M83, entre muitos outros.

ÉVORA: EXPOSIÇÃO RELEMBRA ESCOLA DO TEMPO "DA OUTRA SENHORA"

A exposição, que pode ser vista até ao dia 15 de maio no Arquivo Distrital de Évora, dá pelo nome “A minha escola, 1910 a 1974” e incide sobre a pedagogia, sobre os edifícios e os equipamentos escolares e sobre a administração escolar durante a Primeira República e o Estado Novo, recordando os tempos de escola de várias gerações de Portugueses.

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