3 Maio 2017      17:22

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O ESCRITOR QUE LEVOU O DRAMA DO ALENTEJO À LITERATURA

Fialho de Almeida, o médico alentejano que nunca exerceu, nascido a 7 de maio de 1857, em Vila de Frades na Vidigueira, dedicou a sua vida ao jornalismo e à escrita e foi o primeiro escritor a fazer entrar na literatura o Alentejo e o seu drama.

Por isso, no ano em que se comemora o 160.º aniversário do seu nascimento, a Associação Fialho de Almeida organiza no próximo dia 5 de maio, duas iniciativas em memória do escritor. Uma conferência sobre a relação de Fialho de Almeida com as artes, que conta com a especialista Isabel Mateus, da Universidade do Minho e uma tertúlia com, para além de Isabel Mateus, José António Costa Ideias, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa e Ricardo Revez, do Instituto de História Contemporânea, da Universidade Nova de Lisboa.

A conferência decorre às 10h30, no Auditório da Biblioteca Municipal de Cuba e a tertúlia é às 18h00 na conhecida Taberna do Arrufa.

Retrato de Fialho de Almeida (1891), por Columbano Bordalo Pinheiro

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